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terça-feira, 30 de março de 2010

sistema de arrefecimento

Menos de uma quarta parte de energia calorífica desenvolvida num motor de explosão é convertida em trabalho útil. O calor restante deve ser dissipado para que nenhum dos componentes do motor aqueça a ponto de deixar de funcionar.


Quando se pisa a fundo no acelerador, cerca de 36% do calor desaparecem pelo sistema de escapamento, 7% perdem-se devido a atritos internos e no aquecimento do óleo de lubrificação e 33% dissipam-se no sistema de resfriamento.



Existem dois tipos de sistema de resfriamento: direto e indireto. No sistema direto, o ar circula através das aletas existentes no exterior dos cilindros e na cabeça dos cilindros, já no sistema indireto, um líquido de resfriamento, normalmente água, circula pelos canais existentes no interior do motor.

Um sistema moderno de resfriamento por água apresenta as seguintes partes essenciais:

Uma camisa de água, que rodeia as partes quentes do motor, tais como os cilindros, as câmaras de explosão e as saídas do escapamento;

Um radiador, no qual a água quente proveniente do motor é arrefecida pelo ar;

Um ventilador, que faz circular o ar através do radiador;

Mangueiras existentes na parte superior e inferior do radiador e que ligam este ao motor para estabelecer um circuito fechado,

Uma bomba, que faz circular a água,

Um termostato, montado na saída da água do motor e que reduz a circulação da água até que o motor atinja a temperatura normal de funcionamento,

Uma tampa de pressão existente no radiador e destinado a elevar o ponto de ebulição da água, evitando assim a formação de bolsas de vapor junto às câmaras de explosão.

Para o perfeito funcionamento de um motor, seja qual for sua velocidade, a temperatura do líquido de arrefecimento num ponto próximo do termostato, deve elevar-se entre 80 e 115ºC. Os motores podem, contudo, sobre aquecer como, por exemplo, quando há falta de água no radiador ou em subidas longas.

Com uma tampa de pressão regulada para 0,5 kg/cm2., a água ferverá apenas depois de atingir 112ºC ao nível do mar. O seu ponto de ebulição descerá cerca de 1,1ºC por cada 300 mts. Na altitude.

A utilização de uma tampa de maior pressão para uma pressão mais elevada pode causar danos se o motor e o sistema não tiverem sido calculados para pressões mais elevadas.

Quando o veículo tem o motor na frente, o ar frio é aspirado através da grade e passa pelo radiador pela ação do ventilador,


No motor montado transversalmente, em alguns casos o ar passa através de um radiador lateral.

Já no motor montado na parte traseira do veículo, o ventilador funciona de maneira análoga ao ventilador de um motor à frente.

sábado, 27 de março de 2010

composiçao do motor

A estrutura do motor deve ser suficientemente rígida para poder suportar as elevadas pressões a que estão sujeitos os mancais do virabrequim e as demais peças internas. É constituída basicamente por duas partes ligadas por meio de parafusos: a superior chamada de cabeçote do motor e a inferior chamada de bloco do motor, que contém o virabrequim. Tanto o cabeçote como o bloco podem ser de ferro fundido, embora também se utilize o alumínio na sua fabricação por ser mais leve e permitir uma melhor dissipação do calor.

Atualmente, quase todos os motores apresentam as válvulas no cabeçote. No cabeçote do motor existe, para cada cilindro uma câmara de explosão, um coletor de admissão, um coletor de escapamento, uma válvula de escapamento, uma válvula de admissão e um orifício com rosca para o alojamento da vela.

O motor recebe a mistura gasosa através das válvulas de admissão e expele os gases resultantes da combustão através das válvulas de escapamento. O mecanismo de abertura e fechamento das válvulas situa-se normalmente na parte superior do cabeçote do motor.

No bloco do motor encontram-se os cilindros e os mancais do virabrequim, no qual estão ligadas as bielas que, por sua vez, estão ligadas aos pistões. O bloco do motor pode ainda alojar a árvore de comando o qual comanda o abrir e o fechar das válvulas.

Às vezes, a árvore de comando está alojada no cabeçote do motor. Tanto o cabeçote como o bloco do motor contém uma série de dutos denominados câmaras de água nos quais circula a água de arrefecimento.

quarta-feira, 24 de março de 2010

motor

                                  Motor

O motor é a fonte de energia do automóvel. Converte a energia calorífica produzida pela combustão da gasolina em energia mecânica, capaz de imprimir movimento nas rodas. O carburante, normalmente constituído por uma mistura de gasolina e ar (a mistura gasosa), é queimado no interior dos cilindros do motor.

A mistura gasosa é formada no carburador ou calculada pela injeção eletrônica, nos motores mais modernos, e admitida nas câmaras de explosão. Os pistões, que se deslocam dentro dos cilindros, comprimem a mistura que é depois inflamada por uma vela de ignição. À medida que a mistura se inflama, expande-se, empurrando o pistão para baixo.

O movimento dos pistões para cima e para baixo é convertido em movimento rotativo pelo virabrequim ou eixo de manivelas o qual, por seu turno, o transmite às rodas através da embreagem, da caixa de câmbio, do eixo de transmissão e do diferencial. Os pistões estão ligados ao virabrequim pelas bielas. Uma árvore de cames, também conhecida por árvore de comando de válvulas, movida pelo virabrequim, aciona as válvulas de admissão e escapamento situadas geralmente na parte superior de cada cilindro.








A energia inicial necessária para por o motor em movimento é fornecida pelo motor de arranque. Este engrena numa cremalheira que envolve o volante do motor, constituído por um disco pesado, fixado à extremidade do virabrequim ou árvore de manivelas.

O volante do motor amortece os impulsos bruscos dos pistões e origina uma rotação relativamente suave ao virabrequim. Devido ao calor gerado por um motor de combustão interna, as peças metálicas que estão em contínuo atrito engripariam se não houvesse um sistema de arrefecimento.

Para evitar desgastes e aquecimento excessivos, o motor inclui um sistema de lubrificação. O óleo, armazenado no cárter sob o bloco do motor, é obrigado a circular sob pressão através de todas as peças do motor que necessitam de lubrificação.



sábado, 20 de março de 2010

troca de oleo




Fique de olho na troca de óleo


Tudo o que você queria saber sobre lubrificantes, mas tinha medo de perguntar
Você chega ao posto para abastecer, e o frentista faz a indefectível pergunta:


"Quer dar uma olhadinha no óleo, doutor?".


Pois saiba que qualquer pessoa que entende o mínimo de lubrificação tem arrepios em pensar que os dedos do profissional que trabalha em um posto faz as vezes de viscosímetro.


Da mesma forma, não faltam histórias de pessoas que chegam a rodar 80 mil quilômetros sem nem lembrar que existe óleo a ser trocado.

Ao serem indagadas, respondem com uma outra pergunta:

"Óleo? Precisa trocar o óleo?"

Ou de místicos, que acham que haverá melhor rendimento se a troca for em noite de Lua cheia.

Tem gente que simplesmente se esquece de trocar o óleo do carro

Para tirar uma série de dúvidas a respeito daquela série de letras e números que aparecem nas embalagens de óleo

PARA QUE ISSO JAMAIS ACONTEÇA COM VOCÊ!!!!!


VAMOS RESPONDER AS PERGUNTAS VAMOS RESPONDER AS PERGUNTAS MAIS FREQUENTES




Confira as questões e, se sua dúvida não estiver entre elas, post suas duvidas que teremos o prazer de responder!


P:Quantos tipos de óleo de motor existem? Como são eles?

R:Os óleos são caracterizados por suas especificações. Para melhor defini-los, precisamos observar três aspectos:

1) Especificação de desempenho - a mais tradicional é a API (Instituto Americano de Petróleo), mas existem especificações européias, como Acea e as respectivas de cada montadora. Para API a especificação mais moderna é a SM, que está sendo introduzida no Brasil, principalmente para produtos de alta performance, uma vez que requer óleos básicos especiais.

2) Especificação de viscosidade - regulada pela SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), há basicamente dois grupos, o de monoviscosos (como 30, 40 e 50) e multiviscosos (como 20w50, 10w40, 5w40); os multiviscosos têm maior capacidade de resistir à variação térmica dos motores, apresentando menor redução de valor quando do aumento da temperatura.

3) Base do óleo - pode ser mineral, sintética ou semi-sintética. As marcas tradicionais no mercado (Petrobras, Shell, Texaco, Mobil, Castrol, Ipiranga e Repsol) costumam ter produtos que atendem a essas especificações.

P: Como decido que tipo de óleo usar?

R: A definição do lubrificante envolve uma série de quesitos, mas a forma de simplificá-la é seguir a recomendação do manual do proprietário, que traz a recomendação do fabricante que é quem melhor conhece seu veículo e pode definir, por meio de testes, as condições operacionais e a especificação mais adequada do lubrificante.

Seguindo essa recomendação, trabalhando com marcas tradicionais e confiáveis e consultando seu mecânico de confiança, você chegará a uma escolha adequada.

Tendo dúvida, o cliente ainda pode consultar o serviço de atendimento ao cliente.

Também no rótulo das embalagens em geral se encontra um número de atendimento, quase sempre um 0800 que pode ser acionado pelo cliente.

P:Quando devo completar o nível de óleo?

R:Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível. Folgas no motor e queima tornam necessário completar o nível

P:Qual o nível correto do óleo no carro?

R:Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação.

No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

P:Quando devo trocar o óleo do carro?

R:Quando atingir o período de troca recomendado pelo fabricante do veículo e que consta do manual do proprietário.

Os atuais fabricantes dos motores vêm recomendando períodos de troca cada vez maiores, dependendo do tipo de serviço e da manutenção do carro.

P:É verdade que o motor deve estar quente na hora de troca de óleo?

R:Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer, além do que as partículas de impurezas ainda estão em suspensão

P: Quanto tempo devo esperar para medir o nível de óleo?

R:É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume.

P:Posso aumentar o período de troca quando uso óleos sintéticos?

R:Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais.
Recomendamos então seguir a indicação do manual do proprietário.
P: Qual a diferença entre "serviço severo" e "serviço leve", que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca?

R:Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda-e-pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até seis quilômetros, ou em estradas em que haja muita poeira.
Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias com boa pavimentação, como no caso de viagens.
Nível correto da vareta é entre os dois traços, não só no superior

P:O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando?

R:Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor.
Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo.
Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação.
A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor.
O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Normalmente ela é feita a cada duas trocas de óleo.
Porém já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.

P: Devo adicionar algum aditivo ao óleo para melhorar o desempenho?

R:Não há necessidade de adicionar aditivos complementares ao óleo.
Os lubrificantes recomendados já trazem todos os aditivos necessários para atender perfeitamente ao nível de qualidade exigido.

P:Quais são os efeitos de usar cada óleo em cada tipo de motor?
Se eu comprar um óleo para alta performance e colocá-lo em meu carro 1.0, estarei correndo algum risco?
R:Quando o óleo atende ou supera a especificação requerida pelo fabricante, os efeitos são só positivos, pois o lubrificante vai exercer sua função de forma adequada, garantindo que o motor estará sempre bem lubrificado.
O grande problema é utilizar lubrificantes com especificações inferiores ao exigido pelo fabricante, pois essa prática poderá fazer com que o motor funcione sem atender ao mérito de limpeza adequadamente, causando desgastes prematuros, redução da vida útil do lubrificante, entre outros problemas.
P: Há casos em que posso desperdiçar dinheiro?
Ou seja, comprar um óleo mais caro sem precisar?
R: O que precisamos avaliar aqui é o custo do lubrificante quando comparado ao custo total de manutenção e o próprio valor de veículo, principalmente quando analisamos a taxa de freqüência de troca que gira em torno de uma a duas trocas por ano.
Correto seria utilizar lubrificantes que atendam a especificação do veículo. Utilizar lubrificantes superiores, ainda que possa ser mais caro, vai garantir que seu motor esteja bem protegido.
Caso o consumidor se sinta confortável em utilizar especificações superiores, não estará desperdiçando dinheiro, pois seu carro apresentará uma melhor lubrificação, o que pode aumentar sua vida útil e reduzir os custos de manutenção.
Um ponto importante a observar é que os óleos sintéticos têm viscosidades mais baixas, o que em carros muito antigos pode implicar em um maior nível de consumo de óleo, que precisa ser acompanhado.
O litro de óleo mineral custa a partir de R$ 6, e o de sintético chega a R$ 60.
P: Qual é a relação entre usar combustível de um posto não muito confiável e a questão da lubrificação?
R:Combustíveis adulterados são danosos ao motor e implicam queima inadequada e excesso de sujeira no motor. Lubrificantes de maior performance, como semi-sintéticos e sintéticos poderiam resistir um pouco mais que os minerais, mas não seriam suficientes para evitar a borra em motores que rodam com combustíveis fora das suas especificações, principalmente aqueles adulterados com solventes.
P: É verdade que o óleo de motor deve ser claro, e o de engrenagem, escuro?
R: Não. Os óleos lubrificantes são formulados misturando-se básicos e aditivos e a sua cor final dependerá da cor do básico e do aditivo que forem empregados na sua formulação.
Além disso, a cor não tem nenhuma influência no desempenho do óleo.
P: O óleo mais escuro é também mais grosso?
R: Eis outro conceito errado. O óleo mais claro pode ser mais viscoso (grosso) do que um óleo escuro e vice-versa.
P:Por que o óleo de motor fica escuro com o uso?
R:Para realizar a função de manter o motor limpo, o óleo deve manter as impurezas que não ficam retidas no filtro de óleo em suspensão, para que elas não se depositem no motor. Desta forma, o óleo se torna mais escuro, e o motor fica limpo.
P: Ouço dizer que óleo bom é aquele que não baixa o nível e não precisa de reposição. É verdade?
R:Não. A boa lubrificação é aquela em que o óleo lubrifica até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde esse óleo é parcialmente queimado, sendo consumido. É normal um consumo de meio litro de óleo a cada 1.000 quilômetros, levando-se em conta carros de passeio. Mas cada fabricante de motor especifica um consumo normal para seu motor, de acordo com o projeto. É bom ressaltar que carro novo consome óleo, sim senhor!

terça-feira, 16 de março de 2010

novo uno 2010

o patinho feio



vira um Cisne




Em 1984 chegou ao Brasil o Uno, um grande projeto revolucionário e novo da motandora FIAT,


com linhas retas e algumas soluções inovadoras para baixar seu custo, como um limpador de vidro somente.


Chegou a ser chamado de ‘Botinha’ devido ao formato quadrado e alto Uno na época como era chamado estava um pouco à frente de seu tempo, pois era compacto por fora e espaçoso por dentro, e segue até hoje na pele do Mille, sem muitas modificações.


Porém o tempo passou, assim como a maioria de carros de sucesso, vem ai o novo uno, que sofrerá grandes modificações depois de 25 anos praticamente na mesma.


O Uno fixou a Fiat entre as quatro grande montadoras do país e ainda é o terceiro carro mais vendido no Brasil.


O novo Uno 2010 está programado para chegar no Brasil na metade do ano que vem, e passará por mudanças radicais.


Diversos protóticos foram flagrados perto da fábrica da Fiat na cidade de Betim, Minas Gerais.


As peças do novo Uno já passaram por cotações e foram encomendadas para que sua fabricação começe em breve.


Em outubro a Fiat começará a preparação da pré-série do modelo

domingo, 14 de março de 2010






bloco do motor






Constituição e funcionamento
Nos motores de combustão interna é no cilindro



que se desenvolve a deflagração do combustível



que é a origem da força mecânica que possibilita a deslocação do veículo.
Devido a ter que suportar ao longo da sua vida útil as deflagrações constantes de combustível e as altas temperaturas a que estas se desencadeiam, o cilindro é realizado num metal preparado para suportar estas condições extremas de funcionamento.
O número de cilindros pode ir desde um único, como em algumas motorizadas e motoserras até doze ou mesmo dezesseis cilindros em automóveis, camiões ou aviões.
Os motores com mais do que um cilindro possuem o chamado bloco do motor em que os cilindros estão fundidos num único bloco em alumínio ou ferro fundido.
A potência de um motor depende da quantidade de mistura que explode no interior do cilindro, pelo que cilindros de maior dimensão permitem que os motores atinjam maiores potências. Salvaguardada a existência de um turbo, que pode proporcionar uma quantidade maior de mistura no cilindro, há uma relação directa entre a potência de um motor e a sua cilindrada (medida pela dimensão e quantidade de cilindros).


Refrigeração

Cilindro de uma motocicleta refrigerado a ar.





Os cilindros atingem temperaturas na ordem dos 300°C pelo que se torna indispensável um adequado sistema de arrefecimento. Em motores arrefecidos a ar cada cilindro encontra-se normalmente separado dos restantes e possui umas alhetas de refrigeração, enquanto nos cilindros existentes num bloco motor, o líquido de arrefecimento é o refrigerante mais utilizado circulando em passagens à volta destes de forma a absorver parte do calor produzido.
Desgaste
Com o uso, os cilindros são sujeitos a desgaste derivado da fricção exercida pelos segmentos sobre a sua superfície. Apesar de este efeito ser minimizado pela película de óleo que cobre os cilindros durante o seu funcionamento, o uso continuado provoca a sua ovalização, necessitando então de ser sujeitos a uma operação chamada "rectificação" em que é aberto no bloco motor um cilindro de diâmetro superior(tendo que ser também colocados pistões novos de maior diâmetro).
"Camisa" do cilindro


Em alguns motores o cilindro é constituído por uma "camisa" que nada mais é que um tubo cilíndrico colocado no bloco do motor.
Existem dois tipos de camisa: A camisa seca e a camisa molhada. Esta última leva esse nome pois a refrigeração é feita através da circulação de água em sua volta. Sua substituição geralmente é mais fácil em caso de desgaste.

video

Cabeçote






Cabeça do motor ou cabeçote



É a nomenclatura usada para se referir a parte integrante de um mecanismo.



Num motor de combustão interna, o cabeçote é a tampa de fechamento da parte superior do bloco de cilindros e consiste numa plataforma perfeitamente fresa de modo ajustar-se ao bloco do motor a fim de oferecer resistência às explosões.



o cabeçote do motor é a parte superior da câmara de combustão e onde se localizam as velas na figura 1. e as válvulas de admissão e escape. na figura 2


figura 1

figura 2



Além de facilitar a manutenção do motor, o cabeçote é a chave para o bom desempenho, por determinar o formato da câmara de combustão, a passagem dos gases de admissão e escape, o funcionamento das válvulas e seu comando. Pode se elaborar um motor totalmente diferente em desempenho apenas alterando o cabeçote.
Usualmente é fabricada a partir do mesmo material do restante do bloco, ferro fundido, ou em motores de alto desempenho, ligas de alumínio. Como o restante do bloco, contém tubagens separados para passagem de lubrificante e água da refrigeração.

sábado, 13 de março de 2010

perca de rendimento










antes de tudo uma explicação
umas das principais causas de perda de rendimento ,
e dinheiro por parte do proprietário de automóveis
independente da marca ,modelo,ano e etc...
é a troca tardia do óleo do motor
exemplo:
quando você leva seu carro em uma oficina
e seu mecânico diz que trocou o olho eu filtro
e que seu olho é um olho pra 10 mil quilômetros
isso indica que o óleo foi projetado pra ter eficiência
no Maximo até 10mil kilometros e naum que ele pode ir ate 14mil
pois os 10 já são sua capacidade máxima


na figura acima vemos um motor que não foram feitas
as trocas de óleo no tempo certo

esse motor esta totalmente contaminado com borra de óleo
limitando consideravelmente o seu funcionamento podendo causar
severos danos aos comandos de válvula ,bielas ,maçais etc..
é fato na mecanica nunca deixar o oleo de motor passar do limite
estabelesido pelo fabricante

os lubrificantes para motores álcool gasolina ,e gnv (gás natural veicular)
são divididos basicamente em três tipos
1 óleo mineral com durabilidade de 5 mil kilometros

2 semi-sintetico com durabilidade de 10 mil kilometros







eo sintetico com durabilidade de 15 mil kilometros



escolha sempre o oleo pelo manual do fabricante

quarta-feira, 10 de março de 2010

voce sabia?

Você já parou pra pensar!

Quanto você economizaria em serviços mecânicos?
Se soubesse trocar um óleo ou uma pastilha de freio,
Ou ate diagnosticar alguns problemas rotineiros em seu carro
Nesse blog vamos tratar desses assuntos e muitos outros
Diariamente será atualizado com explicações passo a passo
Para que essas ações não sejam mais um problema pra vocês meus amigos

Aqui seram tratados assuntos como:

Troca de óleo e filtro de óleo

Troca de pastilha de freio e disco

Diagnósticos de problemas com rolamento das rodas

Diagnósticos de barulhos em motor


Também seram descritos nesse blog

Funcionamento de peças

Do motor
Cambio
Suspensão
Sistema de frenagem
E muitos outros assuntos

Ate a próxima postagem