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segunda-feira, 31 de maio de 2010

troca-de-correia-motor-ap-1.8-polo-saveiro-gol-parati

Troca de correias

• Tire o cabo de massa doborne da bateria. (cuidado com veÌculos com AIR BAG)

• Retire todas as correias do circuito acessório, as polias ou mangueiras que possam atrapalhar a remoção da capa da correia sincronizadora.
• Faça sair a capa que está por cima da correia sincro- nizadora.

• Gire o virabrequim no sentido de rotação do motor, até o ponto morto superior. Na carcaça do motor tem que ser feita a marcação que deve estar alinhada com a marcação do virabrequim e no eixo comando de válvulas (1)
troca de correia ap a.8

• Afrouxe o parafuso de ajuste da polia tensora.



• Afaste a polia tensora da correia sincronizadora, e firme a polia tensora novamente. (2)
troca de correia ap 1.8

• Retire a correia sincronizadora.



• Faça uma checagem da polia tensora, das pistas das polias e polias, quanto ao desgaste e a eventuais danos. Se for necessário, providencie a reposição. (3)
troca de correia ap 1.8

• Coloque todas as marcações de acordo com os res pectivos alinhamentos.

• Posicione a nova correia sincronizadora nas polias.



• Solte o parafuso de ajuste da polia tensora, para que possa encostar-se à correia sincronizadora de novo.

• Ponha a polia tensora na posição definitiva, tomando- todo o cuidado. (Neste momento, respeite a força elá- stica!) Quando tratar-se de uma polia tensora não automática, você estica a correia sincronizadora em conformidade com as prescriçõıes do fabricante do veìculo. Utilize um medidor de tensão apropriado. (4)
troca de correia ap 1.8

• Verifique os alinhamentos das marcações.



• Gire o virabrequim pelo menos por duas rotações completas, no sentido de rotação do motor, para garantir a tensão otimizada da correia sincronizadora, por meio da polia tensora.

• Volte a checar os alinhamentos das marcações.



• Coloque a polia tensora na sua posição prescrita, aperte os parafusos e aplique o torque previsto. (5)
troca de correia ap 1.8

• Monte a capa da correia sincronizadora, bem como todas as correias do circuito acessório, polias e man- gueiras, que foram desmontadas.

• Volte a ligar o cabo de massa à bateria.



• Dê partida no motor.



• Faça os ajustes que porventura sejam necessários.

• Recolha a correia substituída conforme os preceitos estabelecidos.


Dicas relativas à segurança


• Quando for exigido, utilize as ferramentas especiais indispensáveis para a montagem! Coloque a correira manualmente, não exercendo qualquer força.

Em ser colocadas nas polias sincronizadoras empregando podem ser roladas por cima do bordo das polias.

Prosseguindo assim, o feixe de tração pode ser prejudi



• Você nunca deve aplicar solventes agressivos nos componentes do conjunto de controle.

• Proteja a correia de névoa de óleo, de óleo gotejando, e de outros produtos químicos!

• Sempre respeite as prescrições de montagem das- montadoras de automóveis

! Estas prescrições constam por ex. no manual de dados do automóvel, sob Troca de correia sincronizadora.





cada correia relativa à substituição da correia sincronizadora.

Afixe a etiqueta no compartimento do motor, de maneira bem visível.

• Não importa qual componente está com defeito - seja

demais elementos devem ser trocados de qualquer- maneira!

domingo, 30 de maio de 2010

troca-de-correia-do-corsa-Motor-Powertrain-1.8-8-válvulas


Motores Powertrain 1.8 8 válvulas


Fiat: Dobló 1.8 8V, Palio 1.8 Flex, Palio Weekend 1.8 Flex, Siena 1.8 Flex, Stilo 1.8 8V e Strada 1.8 Flex, GM: Corsa 1.8 8V Flex Power, Corsa 1.8 8V, Meriva 1.8 8V, Meriva 1.8 8V Flex Power e Montana 1.8 8V Flex Power



>>Procedimento para verificação do sincronismo do motor



1 Retire a correia dos órgãos auxiliares (correia poly-v) juntamente com seu tensionador;



2 Retire a capa de proteção superior da correia de

Observe que essa capa é presa por 3 parafusos;



3 Retire a polia do virabrequim e a capa de proteç da correia dentada. Observe que a capa de prote inferior da correia é presa por 2 parafusos;



4 Gire manualmente o motor (no sentido de rotaç que a marca existente na polia do eixo comando se com a referência existente na tampa traseira d correia dentada - figura 1;



5 Nessa condição, a marca existente na engrenage virabrequim deve alinhar-se com a referência ex na carcaça da bomba de óleo - figura 2.



Caso seja verificado sincronismo incorreto ou se deseje substituir a correia, faça o procedimento a seguir.



>>Procedimento para substituição da correia
 
 
Solte o parafuso do tensionador. Com uma chave


6 mm, movimente o tensionador no sentido hor afrouxe a correia (figura 3). Evite movimentar br

o virabrequim. Lembre-se de que sem a correia, há risco de colisão entre os pistões e as válvulas;



Instale a nova correia, começando pela engrenagem do virabrequim e tomando o máximo cuidado para não perder o correto sincronismo (figuras 1 e 2);



Com a chave allen de 6 mm tensione o esticador em sua posição de máximo tensionamento. Aperte o parafuso de fixação do tensionador nessa posição (figura 3);



Dê dois giros manuais completos no motor;



Confira atenciosamente a posição do tensionador e as marcas de referência para sincronismo. O tensionador deve estar na posição correta de trabalho (figura 3). Se for necessário, reajuste-o. As marcas de sincronismo (da polia do eixo comando e da engrenagem do virabrequim)

devem coincidir com as referências (figuras 1 e 2);





:. Vista geral da correia dentada

sexta-feira, 28 de maio de 2010

curso-de-tuning-motor-ap-1.8-carros-tuning

Veneno Médio


Para motores AP1600 e 1800. As modificações abaixo, resultam em mudança de lenta, o motor vai trabalhar "mais nervoso", o típico caso de lenta irregular.

Peças necessárias:

1. Um comando de válvulas de 276 a 290 graus (escolha o mais adequado p/ seu uso).

2. Jogo de juntas da tampa de válvulas.

3. Um carburador 2E ou 3E (também use o de sua preferência).

4. Um pé p/ o carburador escolhido.

5. Um par de giclês 10 a 20% maior que o original.

6. Um coletor de escape dimensionado 4 em 1.

7. Um jogo de velas mais frias que a original.

8. Uma mola de carburador de Fusca ou semelhante. Mão-de-obra:

As informações abaixo estão resumidas, pois o processo de passo-a-passo é basicamente o mesmo do item acima.

Substitua o comando de válvulas original por um comando entre 276 e 290 graus, esse tipo de comando só é encontrado em lojas especializadas em preparações de motores de competição. Existem dois tipos de comando, o chamado cópia que é de fabricação nacional, e o comando importado. Eu aconselho o importado, pois é um comando de qualidade e não precisa esquentar a cabeça com a regulagem de válvulas.

Se a preparação está sendo feita num motor AP1600, será preciso substituir o carburador e seu pé, por um modelo 2E ou 3E, também encontrado em concessionárias, dando sempre preferência por um 3E. Os giclês de primeiro e segundo estágio devem ser substituídos por uns de 10 a 20 % maior em ambos os carburadores, após a montagem regule a lenta e a

mistura ar/combustível. Transforme o carburador para estágio com avanço mecânico, esse procedimento é bem simples, basta retirar o avanço a vácuo e seus componentes, no suporte da bombinha de vácuo, entorte-o cerca de 45 graus, engate um lado da mola de fusca na fresa do mesmo, o outro lado engate no eixo onde a bombinha de vácuo estava encaixada. Substitua o coletor de escapamento por um modelo 4 em 1, encontrado em lojas especializadas.

O ponto pode ser ajustado conforme mencionado no item veneno leve. As velas também devem ser substituídas por um modelo que seja mais fria, consulte as tabelas da NGK e BOSCH em uma autopeça, mas lembre o seguinte: as velas NGK de acordo com a numeração crescente, a vela é mais fria, e numeração decrescente é mais quente. Na BOSCH é o contrário, ou seja, a numeração menor indica que é mais fria e vice-versa. O processo de montagem da correia dentada também é como descrito no item veneno leve. Para o AP1800, a maioria já vem equipada com carburação 2E, dependendo da numeração do comando, não é necessário à substituição da mesma. O resto é o mesmo procedimento acima descrito.

Essas informações são válidas para motores a álcool e gasolina, a única diferença é na hora de comprar o carburador que tem que ser específico para cada tipo de combustível. Regulagem:

A regulagem também segue os mesmos passos do item veneno leve.

curso-tuning-ap-1.8-carros-tuning-part1-veneno-leve

Veneno Leve


Esta é uma opção para você que quer aumentar um pouco o rendimento de seu carro sem modificar a estabilidade original do motor(ou seja, o carro vai ficar com a marcha lenta normal). É aplicado à motores AP1600, 1800,2000.

Peças necessárias:

1. Um comando de válvulas 049G (mais conhecido como comando "S").

2. Um jogo de juntas p/ tampa de válvulas.

3. Uma junta de cabeçote.

4. Um jogo de velas mais frias que as originais.

5. Uma junta do coletor de admissão.

6. Juntas do coletor de escape. Mão-de-obra:

Desmontagem:

Comece retirando a tampa da correia dentada, a seguir
 retire a tampa de válvulas, retire o comando com sua polia,
 retire a polia do comando usando uma morsa de bancada.
Substitua o comando de válvulas original pelo 049G,
 esse comando é encontrado em qualquer concessionária volks,
 ele equipa os motores 1.8S do Gol GT e GTS,
esse comando é o mais bravo da linha, e pode ser instalado
 em qualquer motor AP. Monte a polia no novo comando,
 recoloque-o no seu lugar, os parafusos dos mancais do comando
 devem ser apertados usando um torquímetro.
Agora solte os parafusos que prendem o coletor de admissão,
retire-o, solte os parafusos do coletor de escape, retire-o,
solte todas as mangueiras que são presas ao cabeçote,
 após soltar tudo que está preso ao cabeçote, solte os parafusos do mesmo e retire-o.

Leve-o em uma retífica de motores e mande aplainar 0.8mm se for a álcool,
e 1,2mm se for a gasolina. Feito isso, limpe-o bem para que não fique nenhuma limalha.



Montagem:

O procedimento de montagem dos componentes, é o inverso ao da montagem. O que se deve observar na montagem é quando for colocar a correia dentada na polia do comando, observe que a polia tem uma marca de um pontinho em sua parte interna, essa marca deve estar alinhada com a base da tampa de válvulas do lado direito. Retire a tampa de distribuição e verifique se o rotor está apontado para o cabo de velas do primeiro cilindro, se não tiver faça isso. Na janela do volante deve estar alinhado o ponto "OT", feito isso, encaixe a correia dentada na polia. Continue a montagem.

Regulagem:

Não precisa ser feito nenhuma modificação na carburação, apenas uma boa limpeza, e uma regulagem de mistura ar/combustível, alguns preparadores costumam modificar o avanço do segundo estágio que é a vácuo, para mecânico, eu particularmente não recomendo, pois o consumo aumenta muito e o rendimento não é diretamente proporcional ao consumo. Faça a regulagem de válvulas. Consulte sua tabela de ponto para ver qual é o ponto de seu motor, se for por exemplo 8 graus, aumente-o para 12 e saia para dar uma volta para testar, com velocidade baixa coloque uma quarta e pise no fundo do acelerador, se o motor fizer um barulho de batida de pino("trincar"), baixe um pouco o ponto, teste novamente até parar de trincar.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

motor-zetec-escort-1998-mecanica-automotiva

O primeiro motor Zetec foi usado em 1992 em modelos Escort nas versões 1.6 e 1.8 e Fiesta na versão 1.8. O sistema de 16 válvulas foi desenvolvido pela Yamaha e foi baseado em um bloco reforçado do motor CVH (Compound Valve-angle Hemispherical), que significa câmara de combustão hemisférica.

O Mondeo foi o único veículo a utilizar um motor Zetec de 2.0 litros, no ano de 1993. Os modelos mais antigos podem ser identificados olhando-se a cobertura da câmara, onde é possível ler "DOHC 16V". DOHC significa "Double Over Head Came", ou dupla árvore de comando sobre o cabeçote, configuração em que um comando aciona as válvulas de admissão e outro as de escapamento, criando a câmara de combustão com formato hemisférico. A vantagem da câmara hemisférica é a possibilidade de montar a vela de ignição no centro da câmara, o que favorece a combustão e ajuda a evitar a detonação ou "batida de pino".

Em 1995 foram feitas algumas revisões no cabeçote de cilindros para evitar o problema de prisão da válvula causado pela classe baixa qualidade do combustível. Outras pequenas mudanças foram feitas, como melhorias no comando das velas e revisão da injeção. Este é o motor Zetec E, que pode ser identificado através da identificação "16V ZETEC" na cobertura da câmara.

Exceto pelo cabeçote de cilindros, a versão desenvolvida em 1998 é completamente diferente das demais. O bloco foi significantemente reforçado, já que os motores de 2.0 litros eram apenas versões melhoradas dos 1.8. Este motor, o Zetec R, possui agora mais metal entre os vãos e o filtro de óleo foi incorporado à base do bloco. O depósito de óleo é um projeto muito melhor de duas peças, o que ajuda a reduzir o cabo flexível do bloco e também reduzir a queima do próprio óleo. O novo motor possui pistões cobertos com Teflon para suavizar o atrito e os tampões de rolamento estão também em uma estrutura única para aumentar a força. A correia possui um sistema de tensão muito melhorado, enquanto os platinados hidráulicos foram substituídos por variantes contínuas dos calços para o ajuste. Platinados contínuos proporcionam melhor controle das válvulas em altas rotações do motor e surpreendentemente neste motor estas são muito quietas quando operam. A bomba de água foi completamente revisada, e agora é uma bomba externa com grandes aletas para um fluxo melhor. Este era o projeto controverso que causou ao ao Focus WRC alguns problemas em seu período de estréia no Rally. Os injetores no Zetec R foram redesenhados e, além de serem muito mais silenciosos na operação, possuem um sistema melhorado de injeção

terça-feira, 25 de maio de 2010

tutorial-sobre-carburador-e-carburação-mecanica-automotiva

O carburador da UM que é?



Dispositivo É UM OU Aparelho , Que A partir de co UM

LÍQUIDO mbustível da Atmosfera e do ar, preparação e

Para TODOS OS fornece regimes de motor do Trabalho ,

Uma Mistura de Queima Fácil .



O QUE É carburação ?



É Um processo nd Mistura ar / Combustível , Que Começa

Termina sem carburador e não interior da

Câmara de combustão do motor. Este Processo podera

Influências de fatores Sofrer Diversos :

tor de Admissão , Comando de Válvulas , Válvulas ,

Ignição , o estado geral de Conservação do motor , si

Stema de arrefecimento , Combustível , etc



Quais as Funções de hum carburador ?



A principal Função de UM É um carburador de fornecer

AO motor a ar Mistura finamente / Combustível

Proporção em pulverizada Exata , De que modo se poss

Mais uma Perfeita obter uma combustão Possível .

Essa Função principal PoDE Ser Divida Quatro sub em

- Funções distintas :

Dosar A quantidade de combustível;

Dosar A quantidade de ar aspirado ;

Misturar o Combustível com o ar Proporção em

Pulverizar uma Mistura ar / combustivel

Por que dosar A quantidade de Combustível e ar ?
Por que dosar A quantidade de Combustível e ar ?


Essa Função É de suma Importância Para o Sistema , p

ELA sem ois , uma séria combustão imperfeita ,

gerando Baixo Rendimento , consumo alto e Níveis des

Controlados de Poluentes , Como o HC

( Hidrocarbonetos ), CO ( Monóxido de carbono ) e NOx (

óxidos de nitrogênio ).
 
 carburador

segunda-feira, 24 de maio de 2010

historico-da-ford-no-brasil-mecanica-automoveis

A Ford Motor Company foi fundada em 1903 com um investimento de $28.000 de doze investidores, dentre eles os irmãos John Dodge e Horace Dodge (que futuramente sairiam da Ford e fundariam a Dodge), a Ford foi uma das poucas grandes empresas que resistiram a grande depressão de 29.




Ford Século XXI

A Ford nos últimos anos vem passando por uma reformulação com vistas a redução de folha de pagamento e custos de produção. Pra custear tal reformulação vendeu algumas marcas do seu acervo, tais como a Aston Martin, Land Rover e a Jaguar. O conceito de carro global atualmente é uma coisa necessária em função de redução de custos de produção e ciente disso a Ford já elegeu seu carro chefe dessa nova fase: O Ford Fiesta. Carro elaborado com base no conceito Verve é o novo projeto global da marca, a Ford disse recentemente em nota oficial de que o novo Ford Fiesta é o Ford T do século XXI. Esse lançamento vem com certeza firmar a boa participação da Ford no velho continente. No ano de 2008 a Ford lidera as vendas de automóveis por lá vendendo até agosto mais de um milhão de automóveis. Com relação ao seu principal mercado, os EUA, a Ford pretende depois de muitos anos lançar o novo Fiesta por lá. O novo Fiesta será fabricado no México e comercializado em toda américa do norte. Existem especulações de que não só o novo Fiesta bem como o novo Ford Ka seria também comercializado na América do Norte.



[editar] Ford e Suas Pesquisas em Combustíveis Alternativos

Com toda essa crise girando em torno do petróleo e por ser o petróleo uma riqueza não renovável faz-se mister pesquisar mais profundamente outras variações de combustíveis que não sejam derivados de petróleo. E é isso que a quase duas décadas vem fazendo a Ford em seu seu Centro de Pesquisa em Aachen na Alemanha.





Histórico da Ford Brasil









Linha do Tempo













1.919 -







• A Ford Americana aprovou a criação da filial Brasileira, destinando para tanto um capital inicial de 25 mil dólares, que seriam tranferidos da filial da Argentina. Foram enviados ao Brasil, E.A. Evans e Benjamim Kopf para estabelecer a nova filial. Evans deu início às operações em 24 /4/ 1.919 com apenas 12 funcionários, num depósito de 2 andares na R. Florencio de Abreu, no centro de S. Paulo, onde se iníciou a montagem de automóveis

Modelo T e os caminhões Ford TT. Foi o primeiro fabricante de automóveis

à se estabelecer no Brasil. No 1º ano das operações no Brasil, foram

vendidos 2.447 automóveis.





1.920 - • As instalações da fábrica foram transferidas p/ um ringue de patinação na Pça. da República-SP.

• Neste ano foram vendidos mais de 4.000 unidades.



1.921 - • Inaugurada a sede própria da Ford do Brasil na R. Solon, no bairro do Bom Retiro - SP em um prédio especialmente

construído para funcionar como linha de montagem, tendo como engenheiro responsável pela obra o Sr. B. R. Brown, que havia supervisionado também a construção da fábrica americana de Highland Park.

O gerente da filial era o dinamarques Kristian Orberg que se manteria no posto até 1.953









1.923 - • A fábrica contava com 124 funcionários e tinha capacidade de produção anual de 4.700 carros (40 por dia ) e 360 tratores.











1.924 -

• As vendas do Modelo T foram de 24.250, recorde brasileiro até 1.960, quando foi introduzido o Corcel. Neste ano, a Ford montou a 1ª Exposição de automóveis do Brasil, em S. Paulo, no Palácio das Indústrias entre 4 e 12 de Outubro.





1.925 - • São inaugurados um escritório e linha de produção em Recife, à R. Padre Muniz, 343.





1.926 - • A cidade de Porto Alegre-RS, recebeu sua linha de montagem da Ford, na R. 7 de Setembro, 14.





1.927 - • Trouxe a inauguração do Centro de treinamento de Serviços da Ford em S. Paulo, iniciativa

pioneira no país para a formação de mecânicos especializados.

• No Rio de Janeiro inicia-se uma nova linha de montagem, na Av. Graça Aranha, 333.

• No mesmo ano foram adquiridos novos terrenos no bairro do Ipiranga-SP, com vistas à futura expansão.

• Por causa da recessão econômica da década de 30, são desativadas as fábricas de Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro e a produção do Modelo T foi interrompida em todo o mundo para receber o inovador Modelo A, com seu motor de 4 cilindros e 40 HP, proporcionando novos níveis de desempenho e imensa durabilidade. Um dos veículos de melhor relação custo-benefício da história do automóvel e um dos modelos antigos de maior índice de sobrevivência. O popular "Fordinho" no Brasil, substituiu o Modelo T e trouxe novos recordes de vendas.







1.929 - • O Modelo A era o automóvel mais vendido no Brasil.





1.932 -







• É anunciado o revolucionário motor Ford V8 - 3,65 L e 65 HP.









1.942 à 1.944 - • Apesar da recessão ocasionada pela 2ª Guerra Mundial, a Ford Brasil prosseguiu com a

montagem de carros em pequena escala, adaptando-se ao sistema de gasogenio, devido ao racionamento de gasolina.







1.945 - • Após a semi-paralização da montagem de veículos durante a guerra, reinicia-se lentamente no

Brasil a montagem de veículos, para um público ávido por novidades. Contando com a boa situação de divisas em 1.946, o governo Dutra retoma a importação de veículos em grande volume.

• Os automóveis Ford, Mercury e Lincoln, marcam a preferência dos brasileiros por sua extrema

resistência, apesar dos modelos Europeus serem mais acessíveis em preços.





1.951 - • As importações atingiram novo recorde. O Ford e o Mercury marcaram época pelo seu conforto,

desempenho e confiabilidade.



Ford Mercury







1.953 - • Trouxe a criação da nova fábrica no Ipiranga-SP, onde eram montados automóveis da Ford

americana e européia, tratores e chassis de ônibus. O Gerente-geral era o brasileiro Humberto Monteiro, um grande entusiasta da produção nacional de veículos.





1.954 -



• A Ford Brasil, participou das comemorações do 4º Centenário da cidade

de S. Paulo e apresentou no stand no Parque do Ibirapuera o novíssimo modelo do Thunderbird, um clássico americano.







1.955 - • Iniciada a estampagem das corrocerias da linha F. O programa de nacionalização da produção no Brasil dá seus pioneiros passos ao serem produzidas as primeiras cabines de Pick-ups e caminhões com aço de Volta Redonda.

• No final da década de 50, na esteira do otimismo e nacionalismo desenvolvimentista do governo de Juscelino Kubitschek, encerra-se a montagem de automóveis importados pela Ford Brasileira e inicia-se a total nacionalização da produção de automóveis e caminhões.







1.958 - • O Presidente Juscelino inaugurou a nova fábrica de motores V8, dentro do complexo industrial do

Ipiranga. Este motor era conhecido como Power King, com bloco em "Y" e desenvolvia 161 hps.

• Henry Ford II visita o Brasil pela primeira vez.



1.959 - • Foi apresentado o primeiro caminhão Ford Brasileiro, o F-350, com motor V8 e 2.670 Kgs de capacidade de carga.



1.960 - • Sai da linha de produção nacional o primeiro trator Ford, o 8 Br Diesel.





1.961 - • A Ford apresentou o 1º caminhão com motor diesel, era o F-600.



1.962 - • Lançada a nova linha de Pick-ups e caminhões super Ford.

• É produzido no Brasil o Ford de nº 75.000 ( 1 Pick-up F-1000).





1.964 -





• A Ford Americana lançou o Mustang, que seria no Brasil, o

carro importado mais vendido da década.







1.967 - • Em 2 de Abril a Ford Brasil lançou seu primeiro automóvel brasileiro, o Ford Galaxie 500, com motor V8 de 4,5 litros, 170 hp. Era o 1º automóvel moderno feito no Brasil.

• Em Outubro deste ano a Ford adquiriu o controle acionário da Willys-Overland do Brasil, fábrica situada em São Bernardo do Campo - SP, que produzia os modelos Jeep, Rural, Pick-up,

Aero Willis, Itamaraty, Gordini e Interlagos.











1.969 - • É trazido a público o "Ford Corcel", veículo médio, derivado do "Projeto-M" da Willys que recebeu centenas de aperfeiçoamentos. É até hoje o automóvel de maior produção na história da Ford Brasil.

• Foi apresentado também o "LTD" (fabricação limitada), versão mais luxuosa do Galaxie, para o ano de 1970. Vinha com motor de 190 hp e foi o 1º veículo nacional c/ transmissão automática.

• Criado em Rudge-Ramos - S. B.Campo - SP o centro de pesquisas da Ford .









1.970 - • A Ford oferecia ao público a versão ultra-luxuosa da linha Galaxie para 1971, o Landau, com

motores de 6 cc em linha ou V8.

• Assume a presidência da Ford Brasil, Joseph O'Neil.





1.971 - • Os modelos "Aero Willys" e "Itamaraty", da antiga Willys-Overland, continuavam à ser fabricados pela Ford, mas perdiam espaço rapidamente devido à concorrência. No intuito de criar um novo modelo à altura dos concorrentes, a Ford, através de pesquisas, chegou à conclusão que a

melhor alternativa era o "Maverick", veículo já fabricado nos E.UA. desde 1.969.





1.973 -



• Sai da linha de montagem o primeiro Ford Maverick Brasileiro. Equipado com motor Willys de 6 cilindros ou com o moderno V8-302, 5 L de 197 hp, importado, o mesmo utilizado no Mustang.

1.974 - • Inauguradas as novas "Fundição e Fábrica de Motores" da unidade fabril de Taubaté-SP.

• Novo motor de 4 cc e 2,3 Lts produzido em Taubaté, passa a equipar o Maverick, em substituição

ao motor de 6 cc.

1.975 - • A Ford exporta cerca de 225.000 motores para a Alemanha, Inglaterra, Canadá e Argentina.





1.976 - • Inaugurada em S.B. do Campo - SP a nova fábrica de tratores Ford.

• A Ford produz o milionésimo Ford Brasileiro.









1.978 -



• Introduzido o Corcel II, baseado na plataforma do Corcel, porém modernizada. Este veículo estabeleceu recordes de venda na Ford do Brasil.



• Inaugurado o Campo de Provas na cidade de Tatuí-SP.





1.979 - • Após mais de 108.000 unidades produzidas, sai de linha o Maverick, e a Ford anuncia a produção

de veículos à alcool e tem-se o início da fabricação da Pick-Up F-1000 com motor à diesel.





1.980 -



• Apresentada a Pick-Up Pampa ( modelo 81 ) baseada na plataforma

do Corcel II.



• Produzido o milionésimo Corcel.







1.981-



• Criado o "Del Rey" ( como modelo para 1.982 ), baseado na plataforma do Corcel II, com requintes e sofisticação inéditos em carros médios. Foi o pioneiro em vidros e travas elétricas.







1.983 - • Em Janeiro interrompia-se a linha do Landau, último remanescente da linha Galaxie. Foi o último automóvel com motor V8 feito no Brasil.







• Ainda neste ano, é lançado (como modelo 1.984) o "Escort", carro mundial da Ford, com motor de 4 cc, 1,6 L CHT. Era o 1º carro da Ford com motor transversal. Foi considerado o melhor motor à alcool do país. O Escort era exportado para a Finlândia.

1.985 -





• Surge a moderníssima linha de caminhões com cabine basculável "Cargo", que foi exportado até para os E.U.A ( Eram fabricados na unidade do Ipiranga. )













• Nesse ano é apresentada também a versão do Escort conversível.

1.986 - • Criada a Autolatina, joint-venture com a Volkswagen do Brasil.



1.989 - • O motor 1,8 L da Volkswagen passou a equipar as linhas "Escort" e "Del Rey".





1.990 -



• A Ford lança o "Verona", modelo de 3 volumes derivado

do Escort, era o primeiro carro da cooperação Ford-Volkswagen.







1.991 -





• Criado o "Versailles" para o seguimento de carros de luxo, com transmissão automática opcional.











• A Ford atinge a produção de 4.000.000 de carros brasileiros.







1.992 - • Ressurge o Escort com nova linha, injeção eletrônica, catalizador e 5 marchas à frente. (Alcool ou

gasolina).





1.993 -



• Lançamento do Escort Hobby 1.0.





1.994 - • A Ford começa a importação do "Ford Taurus" americano e do "Mondeo" europeu, para o

seguimento de alto luxo.







1.995 -



• Inicia-se a importação da pick-up média americana "Ford Ranger" , inaugurando assim o disputado mercado das pick-ups.







• Dissolve-se a Autolatina.





• É lançado o caminhão "Cargo C-4030".







1.996 -







• A fábrica de S.B. do Campo foi totalmente reprojetada e deu inicío à produção do Ford Fiesta nacional.











• A fábrica de motores e transmissões de Taubaté é reinaugurada para suprir a produção do Fiesta.





• Começa a produção do caminhão "Cargo 814".





1.997 - • Lançado o Ford Ka, 1º carro da linha New Edge.















• Da-se início à produção da pick-up Courier, derivada do Fiesta.













• O Escort importado da Argentina começa a ser comercializado com nova motorização.





1.998 - • Sai a nova linha Série-F de caminhões e pick-ups.









1.999 -



• Criado o motor Zetec RoCam utilizado no Fiesta, Ka e Courier modelo 2000.







• Lançada a F-350, o F-16000 e a F-250.





2.000 -





• Surge o "Ford Focus" , lançamento que revolucionou a imagem e o design da marca. O Focus assume a produção de um dos carros mais premiados no Brasil e no mundo.





2.001 - • Iniciam-se as operações do Complexo Industrial Ford Nordeste, em Camaçari-BA. Esta nova unidade da Ford tem capacidade para produzir 250 mil veículos por ano.



• Também foram lançados o Fiesta Street Sedan, 3ª geração

do modelo, e o novo Ford Ka Freshining, um carro compacto que se distingue por sua dirigibilidade, design externo e

equilíbrio de detalhes. As diversas modificações do modelo, fizeram dele uma ótima opção para quem busca beleza, performance e economia, c/ motores Zetec RoCam 1.0 e 1.6





2.002 - • A Ford inova com o motor Power Stroke 2.8 L Turbo Diesel com TGV, para melhorar o

desempenho das pick-ups Ford Ranger. Foram ainda introduzidos nova transmissão, embreagem auto-ajustável, suspensão recalibrada e eixo traseiro com diferencial antiderrapante.











• Em Junho, chega ao público o novo Ford Fiesta, totalmente remodelado.





2.003 -



• A Ford completa 85 anos no Brasil.





• A Ford investe no seguimento das "Suvs" ( veículo utilitário esportivo ) no Brasil e lança o "Ecosport" com motores 1.0 8V, 1.6 8V, 2.0 16V.





• O Focus tem sua linha renovada.

• Surge a Ford F-250 cabine dupla p/até 6 passageiros, com motor MWM Turbo Diesel com

intercooler, 6 cc, 4,2 Litros e 180 HP.

• A "Ford Ranger Storm" , nova versão especial, passa a vir com motor Power Stroke Turbo Diesel,

tração 4X4 e cabine dupla.





2.004 - • Lançada o "Ecosport 4 WD" - com mais força e segurança. Vem com sistema de tração Control

Trac II, com módulos automáticos e bloqueado e freios ABS.

• O Ford Fiesta é lançado na versão Flex, com injeção eletrônica de última geração. O Fiesta surge

na versão Sedan, com mais vantagens em termos de estilo, espaço e conforto.











• Chega ao Brasil o "Ford Explorer", o utilitário esportivo lider de vendas no mundo, equipado com motor à gasolina V6 - 4.0 L, com 213 HP, transmissão automática e tração inteligente nas 4 rodas.







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Fonte: www.ford.com
























Ford Escort 1.8 XR3 1990

Ford Escort 1.8 XR3 1990

Ford Escort 2.0 XR3 Conversível Special Edition 75 anos

Ford Escort 2.0 XR3 Conversível Special Edition 75 anos[editar] Modelos comercializados no Brasil

Ford Ka

Ford Fiesta e Fiesta Trail

Ford Fiesta Sedan

Ford Focus

Ford Focus Sedan

Ford Fusion

Ford EcoSport



O modelo Ford EcoSport.Ford Ranger - Cabine Simples, Cabine Dupla

Ford F-250 - Cabine Simples, Cabine Dupla

Ford Courier

Ford Courier Van

Ford Edge

Ford Transit - Passageiro, Furgão

Ford F-1000 - chamado pelos consumidores ou chamado pela fábrica Série F

Ford Cargo

 Outros modelos

Ford Belina (1970-1986)

Ford Del Rey (1981-1991)

Ford Del Rey Belina (1986-1991)

Ford Corcel (1968-1986)



O Crossover americano de luxo Ford Edge.

Novo Ford Mondeo Ford Mondeo.

Novo Ford Mondeo Ford Mondeo.Ford Crown Victoria (1955-1956; 1979-presente)

Ford Escort (1983-2003)

Ford Galaxie (1967-1979)

Ford Landau (1971-1983)

Ford Mustang (1964-presente)

Ford Maverick (EUA: 1969-1977; Brasil: 1973-1979)

Ford Pampa (1982-1997)

Ford Taurus (1986-2006; 2008-presente)

Ford Telstar (1983-1999)

Ford Tempo (1984-1994)

Ford Ten

Ford Territory (2004-presente)

Ford Thunderbird (1955-1997, 2002-2005)

Ford Torneo

Ford Torino (1968-1976)

Ford Transit (1965-presente)

Ford Ute

Ford Verona (1989-1996)

Ford Vedette (1948-1954)

Ford Versailles (1991-1997)

Ford Victoria

Ford Woody

Ford W-Series (1966-1977)

Ford Windstar (1995-2006)

Ford Zephyr (1950-1971)

Ford Zodiac (1950-1971)

Ford ZX2 (1997-2003)

Modelos conceituais

Ford Explorer Sport Trac Concept

Ford Fairlane Concept

Ford Focus MA

Ford Forty-Nine

Ford GT90

Ford Indigo

Ford Iosis

Ford Model U

Ford REFL3X

Ford SAV

Ford Shelby GR-1

Ford Super Chief

Ford SYNUS

Ford TH!NK

Ford Verve

fiat-historia-completa-do-começo-até-os-dias-de-hoje

O nome FIAT é um acrônimo de Fabbrica Italiana Automobili Torino ("Fábrica Italiana Automóveis Turim" em português), mas também pode significar "faça-se" em Latim. Fundada por Giovanni Agnelli, em 11 de Julho de 1899. Seu neto, Gianni Agnelli, chefiou a FIAT de 1966 até sua morte em Janeiro de 2003, quando foi sucedido por seu irmão Umberto Agnelli. Depois da morte de Umberto, em 2004, Luca Cordero di Montezemolo foi nomeado presidente da empresa, porém o herdeiro de Agnelli, John Elkann, tornou-se vice-presidente, com 28 anos. Outros membros da família Agnelli continuam na direção.




As atividades do grupo eram inicialmente centralizadas na fabricação de automóveis e de veículos industriais e agrícolas. Na primeira década do século XX já fabricava também locomotivas, e, com o início da Primeira Guerra Mundial, passou a fabricar ambulâncias, metralhadoras e até motores para submarinos. Com o tempo, diversificou suas atividades, e hoje o grupo atua em vários setores industriais e financeiros. O centro de suas atividades industriais está na Itália, porém atua através de subsidiárias em 61 países, com 1063 unidades que empregam 223.000 pessoas, 111 mil das quais fora da Itália.



 Atividades



Fiat 500O grupo FIAT, desde fins dos anos 1960, adquiriu (ou passou a controlar) uma vasta gama de empresas, tais como:



Empresas automobilísticas - a lista inclui marcas como Ferrari, Lancia, Autobianchi (que já pertencia à Lancia), Maserati, Alfa Romeo e Innocenti. A Fiat também é dona de marcas de veículos industriais, incluindo OM e Iveco . Nos anos 70 e 80, a empresa se tornou pioneira no uso da robótica na montagem de motores automotivos. As unidades fabris da FIAT estão entre as mais automatizadas do mundo. Mais recentemente, com a ajuda do governo estadunidense, uniu-se com o grupo Chrysler, compartilhando tecnologia com as marcas daquele grupo: Chrysler, Dodge e Jeep.

Máquinas agrícolas - o grupo Fiat é também dono da CNH Global, New Holland e do fabricante canadense Flexy-Coils

Veículos para construção, fabricados pela Fiat-Hitachi Construction e New Holland Construction.

Ônibus - fabricados com as marcas Fiat, Iveco ou Irisbus

Aviação - aviões e suas peças eram produzidas pela FiatAvio, (atualmente apenas Avio, e que não mais faz parte do grupo).

Veículos militares

Autopeças - o maior fabricante italiano de componentes automotivos, a Magneti-Marelli pertence à Fiat, e que por sua vez é dono das marcas Carello, Automotive Lighting, Siem, Cofap, Jaeger, Solex, Veglia Borletti, Vitaloni e Weber. Outra marca de acessórios que pertence ao grupo é a Riv-Skf.

Aço e metalurgia - O grupo Fiat é dono da Teksid e produz máquinas para a indústria, incluindo máquinas para a indústria automobilística, com a marca Comau Systems, a qual adquiriu as marcas Pico, Renault Automation e Sciaky.

Imprensa - o grupo Fiat também atua no campo editorial, sendo proprietário do jornal italiano La Stampa (criado em 1926) e as editoras Itedi e Italiana Edizioni. Possui também a empresa de venda de espaços publicitários Publikompass.

Atividades financeiras - Era dono de uma importante empresa de seguros italiana, a Toro Assicurazioni, cedida em 2003 ao Grupo De Agostini. E ainda de empresas menores, como Lloyd Italico e Augusta Assicurazioni, permitindo-o interagir com bancos associados. Também atua na área financeira através do CNH Capital.

Construção - Ingest Facility e Fiat Engineering trabalham com vários ramos da construção civil, enquanto a empresa IPI intermedeia negócios com propriedades.

Tecnologia de informação - A Fiat está presente com a ICT - Information & Communication Technology, Espin, Global Value, TeleClient e Atlanet.

Lazer O grupo possui instalações de esqui Sestrieres, nos Alpes, criada pela família Agnelli.

Outros negócios empresas menores, como Fiat Gesco, KeyG Consulting, Sadi Customs Services, Easy Drive, RM Risk Management e Servizio Titoli trabalham para serviços públicos, prestando serviços de consultoria econômica a financeira. A Fiat também é proprietaria do clube Juventus, da 1ª Divisão do Campeonato Italiano

A Fiat patrocina a Fondazione Giovanni Agnelli, fundação de pesquisa nas áreas social e econômica, e também patrocina o Palazzo Grassi, famoso edifício antigo de Veneza, que hoje é um museu.



 Fora da Itália

A empresa está presente em diversos países. Foi uma das pioneiras na construção de fábricas no Leste Europeu, especialmente na antiga União Soviética, com fábricas em Vladivostok, Kiev e Togliattigrad. A empresa russa AutoVAZ (mais conhecida por Lada) é o exemplo mais conhecido. Possui hoje fábricas no Brasil , Turquia, China, Polónia, Argentina, África do Sul e Índia, onde produz modelos adaptados aos mercados locais e às vezes voltados à exportação, como a linha Palio. No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT está instalada desde 1973 em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produção e as vendas no mercado do país, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da Itália. Sua planta de Betim é a maior produtora de veículos do Grupo no mundo.



Nos Estados Unidos, porém, a marca Fiat teve pouco sucesso devido à fragilidade dos primeiros modelos, e o acrônimo "Fiat" tornou-se conhecido como "Fix It Again, Tony" (conserte-o de novo, Tony). Já as marcas Ferrari, Maserati, Lancia e Alfa Romeo, todas da FIAT, têm prestígio mundial. No Brasil, a marca FIAT começou a adquirir prestígio em meados de 1980 com o lançamento de carros populares (como o Uno). Posteriormente, apresentou carros com qualidade e motores superiores, consquistando grande parte do mercado brasileiro de automóveis.



Modelos Fiat atualmente produzidos no Brasil



Fiat Doblò (tipo SUV)- Versões Cargo, EX, ELX, HLX e Adventure Locker

Fiat Ducato (em parceria com a Peugeot e Citroën (Sevel) é fabricado na fábrica da Iveco em Sete Lagoas/MG).

Fiat Fiorino (furgão)Única versão-1.3 flex

Fiat Idea (monovolume)- Versões ELX, HLX e Adventure Locker(essa tem Dualogic)

Fiat Mille Way versão off-road do mille

Mille Economy - Versões Fire e Fire Way

Fiat Linea - Dualogic, Absolute e T-Jet

Fiat Palio - Versões Fire, ELX, 1.8R, Dualogic

Fiat Palio Weekend - Versões ELX, Trekking, Adventure Locker

Fiat Punto - Versões 1.4, ELX, HLX, Sporting e T-Jet

Fiat Siena - Versões Fire, EL, ELX, HLX, Dualogic e Tetrafuel

Fiat Stilo - Versões 1.8 Flex, Sporting Flex, Abarth 2.4, 1.8 Dualogic e Sporting Dualogic Flex

Fiat Strada (pick up)- Versões Fire, Trekking e Adventure Locker

Uno Furgão- Única versão-1.3 flex

Fiat Nuova 500 Versões sport 1.4 16V, Lounge 1.4 16V

 Modelos Antigos

Fiat 147 - Primeiro carro a álcool fabricado em série em todo o mundo.

Fiat 147 Fiorino O Primeiro Carro Pìck UP da Fiat

Fiat Brava A versão hatch do Marea

Fiat Elba O segundo Carro Weekend da Fiat

Fiat Marea O Carro de serie mais rápido produzido no Brasil até 2006

Fiat Oggi O Primeiro Carro Sedan da Fiat

Fiat Tempra Primeiro Carro de Luxo da Fiat

Fiat Tipo O Hathback do Fiat Tempra

Fiat Prêmio O Segundo Carro Sedan da Fiat

Fiat Panorama O Primeiro Carro Weekend da Fiat

Fiat Fiorino (pick up)

Fiat City

historia-completa-da-volkswagen-brasil

olks váguen", traduzido: "carro do povo"), ou simplesmente Volks (pronuncia-se "folks", traduzido: "povo"), é uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, com sede mundial na cidade de Wolfsburg, Alemanha.




O Grupo Volkswagen, além da marca Volkswagen, é também proprietário das marcas Audi, Bentley, Bugatti, Lamborghini, Seat, Skoda, Aston Martin e Volkswagen Caminhões e recentemente acionista controladora da Scania.



Recentemente, a Porsche tornou-se o principal acionista da VW, ultrapassando o até então maior acionista, o governo do estado alemão da Baixa Saxônia.



A Volkswagen também patrocina alguns eventos esportivos, como o Rali Dakar, a Seleção Argentina de Futebol e a Seleção Brasileira de Futebol, além da Academia do David Beckham. Também patrocinou os Jogos Olímpicos de Verão de 2008 e patrocina o time alemão VfL Wolfsburg.


História

 Origem: Década de 30, século XX, Alemanha



Porsche Type 12.A origem da empresa remonta à longínqua década de 1930 na Alemanha nazista, e ao projeto de construção do automóvel que ficaria conhecido no Brasil como "Fusca", em Portugal como "Carocha", na Alemanha como "Käfer" e nos Estados Unidos e Reino Unido da Grã-Bretanha, como "Beetle". O desejo de Adolf Hitler era o de um automóvel barato, e que qualquer pessoa pudesse comprá-lo através de um sistema de poupança voltado para sua aquisição, uma espécie de programa de carro popular. O engenheiro encarregado de desenvolver o modelo foi Ferdinand Porsche (1875-1952), apesar de grande parte de seu desenho ter sido inspirado nos carros desenvolvidos por Hans Ledwinka para a empresa Tatra.



Cerca de 336 mil pessoas pagaram pelo modelo, e protótipos do carro, chamados em alemão KdF-Wagen (KDF significa Kraft durch Freude, em português, "força através da alegria", um dos lemas do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o conhecido Partido Nazista), surgiram a partir de 1936, sendo os primeiros modelos produzidos em Stuttgart. O carro já possuía as curvas de seu formato característico e o motor refrigerado a ar, de quatro cilindros, montado na traseira, similar ao Tatra. Erwin Komenda, chefe de desenho da Porsche de longa data, desenvolveu o corpo do protótipo que seria igual ao dos Carochas/Fuscas posteriores.



A nova fábrica - implantada numa cidade que foi criada em torno da mesma e batizada de KdF-Stadt (atual Wolfsburg) - só havia produzido algumas unidades quando a Segunda Guerra Mundial iniciou-se em 1939. Como conseqüência da guerra, sua produção foi adaptada para veículos militares, como o jipe Kübelwagen, o modelo anfíbio Schwimmwagen e o Kommandeurwagen.



 1945 - Um futuro incerto

A empresa deve a sua existência no pós-guerra a um homem, o major britânico Ivan Hirst. Em abril de 1945 a KdF-Stadt e sua fábrica fortemente bombardeada foram capturados pelos norte-americanos, e passaram às mãos da administração britânica. A primeira idéia foi usá-la para a manutenção de veículos militares pesados. Para Hirst, como ela fora usada para produção militar e fora um "animal político" (menção pessoal) ao invés de um empreendimento comercial, seu equipamento na época fora destinado às reparações de guerra. Assim, Hirst pintou um dos carros da fábrica de verde e o exibiu em instalações militares britânicas. Dispondo de poucos veículos leves de transporte, em setembro de 1945 o exército britânico foi persuadido a encomendar 20.000 unidades. As primeiras unidades foram para o pessoal das forças de ocupação e para o correio alemão. Por volta de 1946 a fábrica estava produzindo 1000 carros por mês, uma quantidade notável, uma vez que a fábrica ainda precisava de reparos: o teto e os vidros danificados interrompiam a produção quando chovia, e o aço para fazer automóveis era pago com veículos produzidos.



O carro e a cidade mudaram seus nomes da época da Segunda Guerra Mundial para, respectivamente, Volkswagen e Wolfsburg. Enquanto isto, a produção crescia. Como ainda era incerto o futuro da fábrica, a mesma foi oferecida a representantes de empresas automobilísticas britânicas, americanas e francesas. Todos a rejeitaram. Depois de visitar a fábrica, Sir William Rootes, da indústria britânica Rootes Group, declarou que "o modelo não atrai o consumidor médio de automóveis, é muito feio e barulhento... se vocês pensam que vão fazer automóveis neste lugar, vocês são uns grandes tolos, rapazes". Ironicamente, a Volkswagen fabricou nos anos 80 uma versão do Hillman Avenger, modelo criado pela empresa de Rootes (Hillman), após esta ter sido absorvida pela Chrysler em 1978, e de a Chrysler, por sua vez, ter vendido sua fábrica na Argentina - que produzia este modelo como "Dodge Polara" - para a Volkswagen.



 1948-1974 - Ícone da recuperação alemã



Fábrica da Volkswagen na cidade de Wolfsburg, Alemanha.

Fusca 1949.Após 1948, a Volkswagen se tornou um importante elemento simbólico e econômico, da recuperação da Alemanha Ocidental. Heinrich Nordhoff (1899-1968), ex-gerente da área de caminhões da Opel foi chamado para dirigir a fábrica naquele ano. Em 1949 Hirst deixou a empresa, agora reorganizada como um monopólio controlado pelo governo alemão ocidental. Além da introdução do veículo comercial "VW tipo 2" (conhecido como Kombi) em suas versões de passageiros, furgão e camioneta, e do esportivo Karmann Ghia, Nordhoff seguiu a política de modelo único até pouco antes de sua morte em 1968.



A produção do "tipo 1", nome oficial do "Carocha" ou "Fusca", cresceu enormemente ao longo dos anos no mundo todo, tendo atingido 1 milhão de veículos em 1954.



Durante a década de 1960 e o início dos anos 70, apesar de o carro estar ficando ultrapassado em alguns aspectos, suas exportações para os EUA, sua publicidade inovadora e sua reputação de veículo confiável ajudaram seus números de produção total superarem os do recordista anterior, o Ford Modelo "T". Por volta de 1973 sua produção mundial já superava 16 milhões de unidades.



A Volkswagen expandiu sua linha de produtos em 1967 com a introdução de vários modelos "tipo 3", os quais eram essencialmente variações de desenho de carrocerias ("hatch", três volumes) baseados na plataforma mecânica do "tipo 1". Novamente o fez em 1969 com a linha relativamente impopular chamada "tipo 4" que diferiam bastante dos anteriores pela adoção de carroceria monobloco, transmissão automática e injeção de combustível.



[editar] 1974 - Do "Käfer" para o Golf

A Volkswagen enfrentou sérios problemas em fins dos anos 60, com o insucesso dos "tipo 3" e "tipo 4" também com o K70, baseado em modelo da montadora NSU. A empresa sabia que a produção do "Käfer" (Carocha, Fusca) iria terminar algum dia, porém o enigma sobre como substituí-lo se convertera num pesadelo. A chave para o problema veio da aquisição da Audi/Auto-Union, em 1964. A Audi possuía os conhecimentos tecnológicos sobre tração dianteira e motores refrigerados a água dos quais a Volks tanto necessitava para produzir um sucessor de seu "tipo 1". A influência da Audi abriu caminho para uma nova geração de Volkswagens: Polo, Golf e Passat.



A produção do Käfer na fábrica de Wolfsburg cessou em 1974, sendo substituído pelo Golf. Era um veículo totalmente diferente de seu predecessor, tanto na mecânica quanto no desenho, com suas linhas retas desenhadas pelo projetista italiano Giorgetto Giugiaro). Seu desenho seguiu tendências estabelecidas pelos pequenos modelos familiares, tais como o Mini Cooper, de 1959 e o Renault 5, de 1972 -- o Golf tinha um motor refrigerado a água montado transversalmente, desenho "hatch-back" e tração dianteira, uma configuração que tem dominado o mercado desde então. A produção do Käfer (Carocha/Fusca) continuou em fábricas alemãs menores até 1978, porém o grosso da produção foi deslocado para o Brasil e o México.



[editar] Dos anos 70 aos dias atuais



Volkswagen Polo de 1990.Desde a introdução do Golf, a Volkswagen tem oferecido uma gama de modelos semelhantes a de outros fabricantes europeus. O Polo, menor em tamanho que o Golf e introduzido na mesma época, os esportivos Scirocco e Corrado, e o Passat, de maior tamanho, foram os mais importantes e significativos. Em 1998 a Volks lançou o chamado New Beetle, um carro com plataforma baseada no Golf e desenho que lembrara o "Beetle"/"Käfer". Em 2002, a empresa alemã - cujo nome traduzido ao português significa "carro do povo" - lançou dois automóveis para o segmento de alto luxo: a limusine Phaeton(como chamam os sedãs na Alemanha,seu maior mercado) e o SUV Touareg.



Em 30 de julho de 2003, o último Carocha/Fusca foi produzido no México, selando para o modelo um total de 21.529.464 unidades produzidas em todo o mundo.



Hoje, a Volkswagen é parte do Volkswagen AG (Volkswagen Aktiengesellschaft), que inclui as marcas:



Audi -- antiga Auto Union/DKW -- comprada da Daimler-Benz em 1964-1966.

NSU Motorenwerke AG -- comprada em 1969 pela divisão Audi. A marca não é mais usada desde 1977.

SEAT -- marca espanhola adquirida em 1987.

Škoda -- adquirida em 1991.

Bentley -- adquirida em 1998 da empresa inglesa Vickers, junto com a marca Rolls-Royce.

Bugatti -- adquirida em 1998.

Lamborghini -- adquirida em 1998.

De julho de 1998 até dezembro de 2002 a divisão Bentley da Volkswagen também vendeu automóveis sob a marca Rolls-Royce, após acordo com a também alemã BMW, a qual comprara os direitos de uso do nome. A partir de 2003, apenas a BMW pode fabricar automóveis com a marca Rolls-Royce.


 Outras fábricas

Uma das maiores fábricas da Volkswagen está situada na vila de Palmela a sul de Lisboa, que é conhecida como a Autoeuropa.

A Volkswagen Motores está localizada na cidade de São Carlos no estado de São Paulo.

A Volkswagen Caminhões e Ônibus está localizada na cidade de Porto Real no estado do Rio de Janeiro.

A Volkswagen de Taubaté no estado de São Paulo e a Volkswagen de São José dos Pinhais no estado do Paraná.

A Volkswagen de São Bernardo do Campo no estado de São Paulo é a matriz no Brasil.
 Portfólio no Brasil

O atual portfólio da marca alemã contém 22 veículos, sendo metade destes produzidos no Brasil: Gol "G4", Novo Gol, Voyage, Saveiro, Parati, CrossFox, Fox, Polo (hatch e sedan), Golf e Kombi; O SpaceFox é produzido na Argentina; Passat, Passat Variant, Passat CC e Tiguan são produzidos na Alemanha; o Touareg é produzido na Eslováquia; Bora, Jetta, Jetta Variant e New Beetle são produzidos no México: o Eos é produzido em Portugal (Palmela).



Ao longo dos últimos anos, a Volkswagen do Brasil foi dirigida por quatro presidentes diferentes (Herbert Demel, austríaco, Paul Fleming, inglês, Hans-Christian Maergner, alemão e Thomas Schmall, alemão) e é a atual primeira colocada em vendas em produção de carros e comerciais leves, em território nacional.

historia-da-general-motors-brasil

General Motors Corporation




Slogan Conte Comigo (no Brasil)

Tipo Pública

Fundação 1908

Sede Detroit, EUA

Pessoa(s) chave Fritz Henderson, Presidente Mundial

Jaime Ardila, Presidente da GM para a região do Mercosul.

Empregados 252.000 (2009)

Produtos Automóveis

Lucro - 10,567 Mil Milhões (U$$) (2005)

Website www.gm.com





Renaissance Center, atualmente o maior arranha-céus de Detroit, é a sede mundial da GM.General Motors Corporation, também conhecida apenas pela sigla GM, é a segunda maior montadora automobilística do mundo (após a Toyota) e também uma multinacional com sede em Detroit, nos Estados Unidos, cuja principal área de negócios é a produção de automóveis.



A GM tem várias marcas no seu portfólio, entre as quais, as quatro marcas originais de automóveis da GM: Buick, Cadillac, Chevrolet, e Pontiac (será desaivada em 2010), além da GMC, que fabrica exclusivamente caminhões, grandes vans (português brasileiro) ou carrinhas (português europeu) e caminhonetes; e outras marcas, como: Daewoo, Holden, Hummer (vendida para um grupo chinês), Opel, Saturn, e Vauxhall. É dona também, de 50,7% da GM Daewoo e de 34% da Wuling. É ainda parceira da Isuzu. Teve também participação na Lada da Rússia.



A marca Saab foi vendida para a Koenigsegg, mas a GM continuará fornecendo motores e plataformas para a Saab. Não há uma definição de tempo que isso continuará a acontecer, mas será de, no mínimo, cinco anos. A concretização da operação de venda deve acontecer em setembro de 2009 e será parcialmente financiada por um empréstimo do Banco Europeu de Investimento e co-assinado pelo governo sueco.[1]



Todo este grupo faz da GM a segunda maior montadora de automóveis do mundo, empregando 252.000 trabalhadores.



A empresa foi líder de vendas por 77 anos consecutivos - de 1931 a 2007. Fabrica carros e caminhões em 34 países. Vende veículos em cerca de 140 países. Em 2008, 8,35 milhões unidades foram vendidas em todo o mundo, sob as suas diversas marcas.
 História

A montadora de automóveis norte-americana foi fundada em 1908 sendo na altura a empresa proprietária da Buick. No ano seguinte a GM adquiriu as marcas Cadillac, Oldsmobile, Pontiac e a Chevrolet, totalizando mais de 30 empresas até 1930. Em 1923, Alfred Sloan Jr assumiu a presidência do grupo, na altura responsável pela comercialização de 10% no mercado americano. Quando saiu, em 1956 a GM era já a maior montadora de automóveis do mundo.



Na década de 1920, a GM comprou a empresa de carros Yellow Coach, que produzia os populares carros amarelos americanos. Nos anos 1920 e 1930, a GM expandiu-se para a Europa, principalmente para a Alemanha, o que lhe valeu acusações, após o final da Segunda Guerra Mundial, de ter fabricado caminhões que contribuíram para a formação da frota militar nazista. No entanto, os negócios acabaram quando os EUA entraram na guerra contra a Alemanha, em 1941. Durante a guerra, a GM converteu quase todas as suas fábricas para a construção de material bélico. Após o fim da guerra, a produção de automóveis da empresa cresceu muito, com uma série de novos modelos das diferentes marcas do grupo, melhorados por várias inovações técnicas e de design.



No início da década de 1970, a GM lançou um ambicioso programa tendo em vista a remodelação de todos os seus produtos para que se tornassem mais económicos. Assim, os carros passaram a ser mais leves e menores, sem prejuízo do conforto. Em 1984, a GM associou-se à Toyota para produzir um pequeno carro, o Chevrolet Nova, que foi lançado no mercado em 1985. Foi uma aliança até então inédita entre uma firma americana e outra japonesa. Em 1996, a GM foi a primeira montadora a produzir um automóvel elétrico em escala, o EV1. Em 30 de junho de 2006, a General Motors, anunciou que deseja fazer uma aliança com a Renault-Nissan.



Posteriormente a GM entrou em uma fase bastante difícil, em termos mundiais, tendo tido seguidos anos de prejuizo e várias fábricas fechadas devido à produção de veículos que consomem muito combustível, incompatíveis com a forte alta do preço do petróleo. A situação foi agravada após o advento da crise mundial de 2008.



a Crise



São Caetano do Sul, na Região Metropolitana de São Paulo, abriga a sede da GM no Brasil.A crise econômica de 2008 piorou a já crítica situação da empresa, que teve que recorrer à ajuda governamental. A GM recebeu 13,4 bilhões de dólares no final de 2008 para resolver seu problema de liquidez. Assim como a Chrysler, obteve empréstimos do governo dos Estados Unidos, do Canadá e da província de Ontario[4] para evitar a possível falência, em razão da recessão do final dos anos 2000, da alta dos preços do petróleo e da própria crise do setor autombilístico de 2008-2009.



Em 20 de fevereiro de 2009, a divisão Saab da GM apresentou um pedido de concordata a um tribunal da Suécia, para se reorganizar financeiramente e evitar uma futura falência, depois de ter fracassado na tentativa de obter empréstimos do governo sueco.



Ainda no contexto de combate aos efeitos da crise financeira mundial, a General Motors anunciou o encerramento da marca Pontiac. O processo de descontinuação da marca deverá ser concluído até o fim de 2010. A General Motors ainda anunciou que até o fim de 2009, será definido o destino de outras marcas do grupo, como Hummer, Saab e Saturn, que devem ser vendidas ou descontinuadas, tal como a Pontiac.[5]



Rumores de que os próprios executivos da empresa já consideravam utilizar-se da proteção da lei de falências norte-americana (rumores esses posteriormente desmentidos) [6] levaram as ações da empresa a serem negociadas em 6 de março de 2009 nos valores mais baixos desde 1933, chegando a cair 94% no período de 12 meses.



Em 24 de abril de 2009, a GM recebeu US$15.4 bilhões em empréstimos do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, dentro do programa TARP (Troubled Assets Relief Program). O TARP é o principal componente do pacote de medidas do governo americano para combate à crise financeira de 2008-2009, e se destina a promover a compra de ativos e ações de instituições financeiras, visando fortalecer o setor. A GMAC (General Motors Acceptance Corporation), organização que presta serviços financeiros às várias divisões da GM no mundo e é parcialmente (49%) controlada pela GM, também recebeu empréstimos de US$5 bihões dentro do mesmo programa, ao mesmo tempo que a GM recebeu US$1 bilhão adicional para aumentar sua participação na GMAC.[7][8] A General Motors do Canadá, 100% controlada pela GM,[9] recebeu a garantia de um empréstimo de C$3 bilhões dos governos do Canadá e da província de Ontario.[4]



Ainda no mês de abril, em meio aos problemas financeiros e esforços de reestruturação, a GM anunciou que iria extinguir a marca Pontiac até o fim de 2010, e concentrar-se em quatro marcas na América do Norte: Chevrolet, Cadillac, Buick e GMC. Anunciou também que a venda das marcas Hummer, da Saab e da Saturn aconteceria até o fim de 2009.[10] Alguns anos antes, a GM já havia eliminado a Oldsmobile pelas mesmas razões.



Em 1° de junho de 2009, a General Motors encaminhou pedido de proteção contra falência, baseado no Capítulo XI - Título XI do Código de Falências dos Estados Unidos - que permite a reorganização de empresas. Na mesma ocasião, apresentou um plano de ressurgir como uma organização menor e menos endividada em poucos meses.[11]



Segundo o plano de reestruturação apresentado à Corte Federal em Manhattan, Nova York, a organização será divida em duas: a "velha GM", que ficará com as dívidas e os activos de risco; e a "nova GM", muito menor que a actual, mas também muito menos endividada. O Tesouro norte-americano deverá realizar uma nova injecção de capitais públicos, estimada em 30 mil milhões (no Brasil, "bilhões") de dólares..[12]



No pedido apresentado à Corte, foi especificado o valor dos ativos (US$82.29 bilhões) e das dívidas (US$172.81 bilhões) da organização.[13] Em termos de valor total dos ativos envolvidos, a quebra da GM seria a quarta maior da história dos Estados Unidos, depois dos casos Lehman Brothers, Washington Mutual (ambos em 2008) e WorldCom Inc. (em 2006), e a maior da indústria americana.[13]



 No Brasil



O presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, anuncia novos investimentos da empr

ssa no país durante audiência com o presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff e a governadora Yeda Crusius. Foto: Marcello Casal Jr./ABr.

A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra Dilma Rosseff, e o presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, na cerimônia em que foram anunciados novos investimentos da empresa no país. Foto: Marcello Casal Jr./ABr.A General Motors do Brasil é a maior subsidiária da corporação na América do Sul e a segunda maior operação fora dos Estados Unidos.



A General Motors atua no Brasil desde 1925. Naquele ano, a empresa começou a funcionar em galpões alugados no histórico bairro do Ipiranga, em São Paulo.[14] No começo, as atividades consistiam na montagem de veículos importados dos Estados Unidos. Após cinco anos, a General Motors do Brasil inaugurava oficialmente, em 1930, sua primeira fábrica, em São Caetano do Sul.



Em 1958 começou a operar a segunda fábrica, em São José dos Campos, inaugurada oficialmente um ano depois pelo então presidente da República Juscelino Kubitschek. Ainda em 1958, saíram da linha de montagem da fábrica de São Caetano do Sul, os primeiros veículos genuinamente nacionais da marca: os caminhões Chevrolet Brasil e a picape modelo 3100, para cargas leves, inaugurando a fabricação de veículos leves da GM no Brasil.[15][16]



Apesar da atual crise da empresa nos Estados Unidos e na Europa, a situação da GM do Brasil parece muito diferente.



Em 28 de abril de 2008, a unidade da General Motors do Brasil em São Caetano do Sul adotou o terceiro turno de trabalho na área de produção de veículos. Pela primeira vez na história da empresa que aquela unidade passou a produzir veículos dia e noite, de forma ininterrupta durante 24 horas.[17] Para efetivar a medida, a GM contratou, 1.500 novos trabalhadores. A Chevrolet introduziu um novo turno de trabalho, devido ao grande sucesso das vendas do Celta, almejando a liderança da categoria de carros populares.[18] No final de 2006, a Chevrolet iniciou as vendas do Prisma, a versão sedan do Celta. Outros carros foram reestilizados, a exemplo do Vectra. Com essas ações, a Chevrolet do Brasil esperava chegar à liderança entre as montadoras brasileiras, ocupada pela Fiat.



Em 2 de junho de 2009, o presidente da General Motors do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, declarou que 2008 foi o melhor ano da empresa no país. Afirmou que a filial brasileira não será vendida nem dependerá de investimentos da matriz pelos próximos cinco anos porque consegue se sustentar sozinha.



"Nunca se pensou nisso, [vender a GM do Brasil] não faria o menor sentido", disse o executivo durante entrevista coletiva, na sede da empresa, em São Caetano. "A GM no Brasil é lucrativa; na China é lucrativa. Nessas unidades não precisamos de recursos da matriz por um bom tempo e podemos caminhar tranquilamente com os nossos próprios meios."



Com relação a investimentos, Ardila diz que o montante de US$ 2,5 bilhões programado para o período de 2007 a 2012 será mantido - devendo ser dividido entre Brasil e Argentina.[19]



Em 15 de julho, durante audiência com o presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, Ardila anunciou que a empresa vai investir 2 bilhões de reais em atividades no país até 2012 e que os investimentos serão feitos no lançamento de novos modelos de veículos e na expansão da fábrica de Gravataí. Esses veículos serão destinados ao mercado interno e à exportação para os países do Mercosul, mas também há expectativa de exportação para a África do Sul. Ainda segundo Ardila, a estimativa é de criação de 1 mil empregos diretos e 7 mil empregos indiretos, mas as contratações só devem começar a partir de 2011.[20]

domingo, 23 de maio de 2010

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corsa gsi
O Corsa GSI, apesar de ter tido sua produção interrompida em 1996, fascina os amantes de Corsa e de outros carros até hoje. E não é para menos: Seu desempenho, beleza e economia o transformaram em um ícone da sua época, onde o conceito de carro esportivo nacional ainda existia.




O fato de o Corsa GSI ser ainda hoje um carro desejado e respeitado faz com que muitas pessoas o procurem nas lojas e nos classificados. Porém, por se tratar de um carro já com uma certa “idade” e com o detalhe de ser um carro esportivo, muitas pessoas não o compram ou por medo do real estado do carro ou porque não possuem informações suficientes para realizar uma boa compra. Essa falta de informação pode levar a uma compra equivocada, fazendo com que o proprietário possa vir a se arrepender mais tarde.



Essa preocupação pode ter sentido, mas não se o carro for realmente bem cuidado. Para quem conhece, sabe que o GSI tem uma mecânica muito boa, que embora exija cuidados, como todo carro, não representa uma ameaça ao comprador se estiver em bom estado. Pelo contrário, a satisfação dos donos de Corsa GSI, mesmo com o preço de peças e manutenção, é muito grande. Quem tem, geralmente não vende de jeito nenhum.



Neste artigo, tentamos ajudar àqueles que procuram um Corsa GSI para comprar e que talvez não conheçam alguns detalhes sobre o modelo. Detalhes estes que podem representar um grande negócio ou uma grande roubada, se o comprador não souber o que está adquirindo. Até porque se trata de um carro cujos acessórios e mecânica em geral são na sua maioria caros de se manter, como já foi dito. E são caros devido à sua exclusividade em relação aos demais modelos da linha Corsa e também porque muitas peças são importadas.





1 – Características Principais do Veículo:



É importante saber por que o Corsa GSI é tão procurado e adorado. Para isso, basta listas as suas características e especificações. Listamos apenas algumas dessas características para ajudar a entender essa paixão.



O Corsa GSI tem motor 1.6 de 16 válvulas, capaz de gerar 109 cv de potência a 6.200 rpm. Pode acelerar de 0 a 100 km/h em pouco mais de 9 segundos. Embora tenha pouco torque em baixa rotação (como todo 16v), o giro do motor sobre muito rápido e o carro simplesmente vira um foguete. A sensação de dirigibilidade esportiva é acentuada pelo comando de válvulas exclusivo e pela relação de marchas, que o deixa ainda mais esperto. A relação de marchas do GSI é a seguinte:



1ª – 3,73:1

2ª – 2,14:1

3ª – 1,41:1

4ª – 1,12:1

5ª – 0,89:1

Ré – 3,31:1



Embora o carro esbanje potência em alta, ele é incrivelmente econômico. Originalmente, faz cerca de 12 km/l na cidade e 16 km/l na estrada. Sua taxa de compressão é alta para um motor a gasolina: 10,5:1. Seu motor é o Ecotec 1.6 16v, transversal e dianteiro, produzido pela GM da Hungria e trazido para o Brasil praticamente sem alterações. Aliás, o carro todo é exatamente igual ao europeu de mesmo ano.



O carro vem de fábrica completo, com ar condicionado inteligente (que não rouba a potência do motor) e sem CFC. Outros itens de série são: direção hidráulica, vidros e travas elétricas (com alarme na chave) e freios a disco ventilados na dianteira com ABS. Como acessórios de série, ele conta com bancos esportivos semelhantes aos Recaro, com padronagem exclusiva em tecido navalhado. As laterais internas são revestidas do mesmo tecido. Outro item de série são os cintos de três pontos e encontros de cabeça vazados nos bancos traseiros, além de regulagem de altura para o banco do motorista. Por fora, existe um kit aerodinâmico completo: saias laterais, pára-choque dianteiro exclusivo, com faróis de neblina integrados, aerofólio traseiro e rodas de liga-leve, também exclusivas, com pneus 185/60 R14. A ponteira de escape também exclusiva.



Como opcionais, apenas teto-solar de acionamento manual, CD player, e indicador de tripla função no painel. Porém, esses opcionais eram quase itens de série, tendo saído pouquíssimos exemplares sem estes acessórios (exceto o CD player).





2 – Procurar o Carro Certo:



Agora que já temos uma breve noção do que é o carro que estamos buscando, temos que iniciar nossa busca. Primeiramente, o interessado em comprar um Corsa GSI deve saber como encontrar o carro certo. Esse primeiro passo talvez seja o mais importante, portanto deve ser feito com muito cuidado.



Como já mencionado, todo carro esportivo carrega consigo a marca de ter sido maltratado pelo(s) antigo(s) dono(s). Isso infelizmente se confirma na maioria das vezes, seja lá qual carro esportivo se esteja pretendendo comprar. Por isso, ao procurar o seu Corsa GSI tente fazer isso com conhecimento prévio ou indicação de pessoas que conheçam a procedência do carro. Evite comprar o carro em lojas de automóveis usados, que, muitas vezes, fazem uma “maquiagem” ou até mesmo adulterações para esconder defeitos nos carros. E defeitos escondidos em um carro de manutenção cara, é um bom motivo pra se preocupar.



Dê preferência para carros de particulares e que você já conheça a história e o comportamento do dono. Avalie bem se todas as características originais do carro estão preservadas e se seu estado de conservação e mecânica estão em dia. Desconfie de quilometragem muito baixa (lembrem-se, os anos do carro são 95 ou 96!). Ao mesmo tempo em que isso pode significar uma jóia rara, também pode ser uma bomba relógio. Procure fazer uma avaliação mecânica aprofundada antes de comprar. Esse ponto é importante, pois pode mostrar possíveis defeitos de conserto caro e evitam que você cometa um engano.





3 – Analisando a Mecânica:



Se você encontrar o carro aparentemente certo, é bom fazer uma revisão geral na mecânica antes de optar pela compra. Já mencionamos que algumas peças são caras e, portanto, os gastos que puderem ser evitados com isso já ajudam bastante. Muitas vezes, com o preço de algumas peças, daria pra pagar até o seguro do carro. Portanto, não deixe de avaliar esse quesito!



Comece pelas peças básicas de manutenção. Dê prioridade para a correia dentada e o esticador. Caso um deles esteja com problema, você corre sério risco (como em qualquer carro 16v) de gastar muito dinheiro pra arrumar cabeçote e válvulas estragados em decorrência de quebra da correia. Dependendo do estrago, pra pagar o conserto e não ficar no prejuízo total, você teria que vender o carro. A correia dentada pro GSI não é difícil de achar, mas custa bem mais que uma correia para carros 8v. Mas nada que não justifique o gasto. O esticador também é importante, portanto certifique-se de que está em ordem também. Se ambos não estiverem, negocie a troca com o dono. Isso é muito importante mesmo. Vale a pena estar com essas peças em dia!



Da manutenção básica também não se pode esquecer dos discos e pastilhas de freio. Como são discos ventilados especiais (na frente apenas), também custam caro. Mas se procurar fora das concessionárias, também se consegue um preço bem mais em conta. O Ar condicionado costuma ser um problema bastante chato de se resolver, embora não seja tão caro. Mesmo assim, é bom verificar se está funcionando corretamente.



Agora vêm os itens mais caros: sistema de injeção, bomba de ar secundária, válvula EGR e sistema ABS. Para ter uma idéia, se somente esses itens estivessem com defeito, o valor da reposição já seria quase o valor do carro. Dessa forma, preste bem atenção a qualquer defeito neles.





3.1 – Bomba de Ar Secundária:



Serve para auxiliar na estabilização e regulagem da marcha lenta, quando o carro está com motor frio. Fica em ação de 1 a 3 minutos após a ignição. É possível identificar sua ação por meio de um assovio contínuo que é emitido logo após ser dada a partida no motor. Durante esses 1 a 3 minutos com o assovio, o giro do motor fica mais alto, voltando a se estabilizar logo após o término do tempo mencionado, quando a bomba desliga. Muita gente roda sem ela, muitas vezes por ser cara e por não quererem gastar pra consertar. Mesmo assim, não se pode saber a real intenção do antigo dono na hora da compra. Portanto, certifique-se de que ela exista e que esteja funcionando. Abaixo, segue uma ilustração da bomba:
bomba corsa gsi

3.2 – Válvula EGR:




Essa válvula é considerada o “calcanhar de Aquiles” do Corsa GSI. Cerca de 70% dos modelos vendidos apresentaram defeito nessa peça. A função da EGR é retirar os gases com nitrogênio do escape e jogar na admissão (recircular), para controlar a emissão de poluentes. Se estiver com defeito, pode fazer o carro bater pino em altas rotações. Custa caro, então é bom ter cuidado com ela também. Essa peça, juntamente com a bomba de ar secundária, não é muito fácil de se encontrar fora das concessionárias. O principal sintoma de defeito nela é o carro morrendo em baixa rotação, principalmente durante as trocas de marcha.



Ela fica localizada atrás do motor, perto da borboleta, como mostra a figura a seguir:
Mas é importante dizer que a válvula EGR (ou válvula de recirculação de gases) não é tão problemática como se imagina. Na verdade, a culpa é da péssima qualidade de nossa gasolina. Vale lembrar que o motor usado no GSI brasileiro é o mesmo do europeu, portanto também roda por lá. Sendo assim, porque lá não apresenta esse problema? Simples, porque o que causa o problema na EGR é o seu entupimento. E isso só acontece quando ela carboniza. E a carbonização, por sua vez, é fruto de combustível de má qualidade. Como na Europa o combustível é bem superior em qualidade ao daqui, esse problema não ocorreu (ou quase não ocorreu) por lá.




O que muita gente não se dá conta ou não sabe é que na maioria das vezes não é necessária a troca dessa peça. Por isso, preste muita atenção quando algum mecânico disser que precisa trocar. Na maioria dos casos, basta descarbonizá-la e utilizar combustível de boa qualidade (gasolina Pódium, por exemplo). Mesmo assim, recomenda-se fazer uma descarbonização dessa válvula pelo menos uma vez por ano. Fazendo isso, você poderá evitar que o problema ocorra com você e que você gaste os cerca de R$ 1.700,00 que ela custa nas concessionárias.





3.3 – Sistema de Injeção Eletrônica:



Embora não seja um problema provável de ocorrer, é bom se certificar de que todos os sensores da injeção eletrônica estão em ordem. A injeção do Corsa GSI é do tipo SFI (sequential fuel injection, ou injeção seqüencial de combustível), usada nos principais modelos da marca de mesma época (Vectra antigo e Omega). Esse sistema é um dos responsáveis pela economia de combustível do carro. Dessa forma, estar com ele em dia também representa economia. Passe o carro num scanner para ter certeza de que tudo está em ordem.





3.4 – Sistema ABS:



Como todos sabem, o sistema ABS evita o travamento das rodas durante a frenagem. No caso do Corsa GSI, esse sistema é de série. Portanto, todos os Corsas GSI têm esse recurso. Vale lembrar que o não funcionamento do sistema não atrapalha o funcionamento normal dos freios (continuam funcionando como num carro normal). Vai do critério do comprador decidir se esse item é importante ou não. É muito fácil encontrá-lo dentro do motor. Como mostra a figura abaixo, ele fica localizado no lado direito
 
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4 – Detalhes da Aparência do Carro:



Embora o Corsa GSI seja um carro bonito de série e dispense qualquer acessório estético, existem muito por aí que sofreram transformações dos antigos donos, pequenos retoques para disfarçar defeitos ou ainda perderam alguma peça original e o dono fez uma reposição com uma peça totalmente desconexa do resto do carro. Por isso, é importante prestar muita atenção a alguns detalhes da aparência do carro que podem indicar o cuidado ou o desleixo do antigo proprietário.



A partir de agora, veremos alguns pontos do carro onde é mais comum serem feitas adaptações ou “gambiarras”, seja por gosto do próprio dono, seja para disfarçar possíveis defeitos.





4.1 – Cores:



Nosso Corsa GSI saiu em poucas cores, algumas presentes na Europa e outras não. Qualquer um no Brasil que seja diferente dos anos e cores listadas abaixo, indica que houve re-pintura na lataria:



1995: Amarelo, Branco, Prata e Vermelho;

1996: Branco, Prata, Preto, Verde Escuro, Vermelho e Vinho.





4.2 – Estado Geral do Motor:



Não precisa ser especialista para saber se o motor do carro está ou não bom. É possível eliminar algumas possibilidades apenas abrindo o capô e olhando a aparência geral do motor do carro. Verifique se está limpo, sem manchas de óleo, e se os plásticos e mangueiras apresentam desbotamento ou desgaste. O motor do GSI originalmente, como já vimos, é assim:







Porém, é possível encontrar motores de péssima aparência, como este:







Um motor com aparência de velho e estragado tem muitas chances de realmente estar assim. Mas é bom não ir pelas aparências. Às vezes, pode parecer limpo, mas está com problemas. Por isso, a observação é importante apenas para eliminar os casos “gritantes” de má aparência do motor, mas para que se saiba realmente se ele está bom, verifique com o mecânico de sua confiança.



Evite carros turbinados. Um GSI já anda bem ao natural, mas tem muita gente que gosta de envenenar o carro ainda mais. Nesse caso, o resultado geralmente é um carro bastante desgastado. Além disso, não é um motor que qualquer um turbina, pois exige bastante conhecimento por parte do preparador. Você ainda corre o risco de pegar um carro turbinado que pode dar problema mais tarde por ter sido mal preparado. É melhor não correr o risco. A seguir, um detalhe de um GSI turbinado:







4.3 – Saias Laterais:



Geralmente são os itens mais alterados ou retirados do carro. Cada saia é fixada com 35 presilhas (cada uma custa cerca de R$ 5,00), e é composta por seis partes (incluindo as molduras dos pára-lamas dianteiro e traseiro, que são diferentes dos outros Corsas e mais caras também), o que desanima muita gente na hora de repor a original perdida ou danificada. O modelo original é como o mostrado na figura abaixo:







Não existe Corsa GSI com outro modelo de saia lateral. O que acontece é que muita gente perde as saias originais e faz adaptações ruins. Se o modelo for diferente do original, suspeite. Abaixo, segue um exemplo de tapeação mal feita. Repare na diferença desta saia para a original.







Outra coisa comum é a perda das tampinhas das saias (aquelas que se retira pra colocar o macaco no caso de pneu furado), como as da figura abaixo. Dê preferência aos carros que tiverem o conjunto de saias originais e completos, pois as peças são difíceis de encontrar, mesmo em concessionárias (cada tampinha custa em torno de R$ 30,00 sem pintura!). Isso pode significar que o dono é cuidadoso e que não andou com o carro em terrenos muito ruins.











4.4 – Rodas:



Simples e direto: O Corsa GSI só saiu com as rodas iguais às mostradas na figura a seguir.







Se encontrar algum diferente, não considere para compra. Sabe-se lá o que aconteceu com as rodas originais. E se as rodas estiverem certas, verifique se as calotas centrais estão presentes ou se as rodas estão muito arranhadas. As calotas centrais são de liga leve e não de plástico. Portanto, custam caro e muita gente que perde não repõe depois. Ao comprar, veja também se a chave que retira as calotas está presente. Sem ela, ficará difícil abrir as calotas para desparafusar as rodas. Abaixo, segue uns exemplos de rodas diferentes ou sem as calotas centrais, para facilitar a comparação:











4.5 – Pára-choque Dianteiro:



Por ser caro, geralmente se opta por consertá-lo em vez de comprar um novo. Porém, raramente o conserto fica bem feito e é fácil de se perceber o que foi feito de errado, pois geralmente os erros de quem conserta são os mesmos. Talvez o mais comum seja pintar as entradas de ar da mesma cor do carro. Para quem conhece, as entradas de ar do pára-choque dianteiro têm as laterais com detalhes pretos e não da cor do carro, como pode ser visto no exemplo:







No entanto, é muito comum ver casos como este:







Esse tipo de “remendo” pode indicar um abalroamento dianteiro ou colisão, que tenha exigido um reparo ou re-pintura no pára-choque.



Outra coisa muito comum nesse item é o spoiler emborrachado (ou simplesmente borrachão) que fica embaixo do pára-choque dianteiro. O modelo original é de borracha, dividido em duas partes e preto, como mostra a foto:







O que muita gente faz em caso de problema, é deixar o carro sem essa peça ou então mandar fazer uma em fibra. Verifique de perto este item e veja se é realmente de borracha e se não está muito arranhado ou desgastado. Pra variar, o original é caro. Abaixo, seguem exemplos de peça de fibra ou de falta de borrachão:











Embora não seja comum, alguns ainda trocam a grade frontal pela dos Corsa Wind, ou então pintam a mesma da cor do carro. Vale lembrar que a grade original do GSI é diferente das demais e além disso é preta, como mostra a foto:







Mesmo assim ainda tem gente que pinta as grades, como nesse caso:







4.6 – Teto Solar:



Embora seja raro, existem alguns GSI sem teto solar. O acessório era opcional, mas a maioria dos carros fabricados vinham com ele. Se você vir um sem teto solar, não se assuste, não necessariamente é um carro capotado que recebeu outro teto. Mas dê preferência aos que tiverem o acessório, pois valoriza o carro e é muito bom esteticamente. Porém, não deixe de verificar se existe infiltração no teto. O teto sempre foi bem vedado e situações de infiltração são raríssimas, mas é sempre bom cuidar esse aspecto. Para os que ainda não viram, segue uma foto do GSI sem teto solar:







Outro detalhe importante: todos os Corsas GSI com teto solar têm esse equipamento com acionamento manual. Não existiu teto solar elétrico nesse modelo. Alguns proprietários adaptaram tetos elétricos de outros carros semelhantes, como Omega ou Vectra, devido à facilidade de adaptação. Mas não é original. Um exemplo de teto elétrico segue a seguir:







4.7 – Maçanetas:



Pode até ser bonito, mas nenhum Corsa GSI saiu com as maçanetas das portas ou do capô traseiro pintadas na cor do carro. São todas pretas. Um GSI com as maçanetas pintadas pode ter sido recuperado de algum acidente ou então pintado a gosto do dono. Não se pode considerar isso um defeito, mas é bom verificar o histórico do carro, por via das dúvidas. Pintadas, as maçanetas ficam assim:







4.8 – Detalhe do Retrovisor:



Outro ponto muito pintado pelos donos, mas que não faz parte da originalidade. Esse canto do retrovisor externo é preto, assim como as maçanetas. Veja o exemplo:







É comum encontrar retrovisores com esse canto pintado. Pode ser indício de gosto pessoal do dono ou então de algum acidente que arrancou o retrovisor, etc.





4.9 – Frisos Laterais:



O Corsa GSI não tem frisos laterais, como a maioria dos outros Corsas. Sua lateral é

Lisa, sem frisos. Se você encontrar um GSI com frisos, suspeite. Pode ter levado uma porrada na porta. Dificilmente alguém teria um gosto tão ruim pra colocar frisos nesse carro apenas por vontade própria. Veja como fica desconexo:







4.10 – Bancos:



Esse é um item que merece bastante cuidado. Embora muitos achem que sim, os bancos do Corsa GSI não são Recaro. Imitam bem o formato, mas não são dessa marca. É importante que você avalie muito bem o estado dos bancos e estofamentos do carro, pois isso poderá indicar desgaste. Compare com o desgaste do volante e com a quilometragem. Se estiverem em bom estado, os bancos são deste jeito:











Porém, muita gente não cuida dos estofados, e os deixam em péssimo estado. Procure descartar carros com estofados ruins, pois o tecido navalhado do acabamento interno (bancos e laterais) do Corsa GSI custa cerca de R$ 60,00 o metro. Embora seja um tecido que dure bastante, tem gente que abusou da sorte e detonou o estofamento do carro. Veja:







Outra coisa que muita gente tem dúvida é em relação aos bancos de couro. O Corsa GSI nunca ofereceu bancos de couro, nem como opcional. Mesmo que alguns tenham esse acessório, não são provenientes da fábrica. Ou foram encomendados pelos primeiros compradores junto às concessionárias ou foram colocados posteriormente. Embora fiquem bonitos, não são originais. Se sua intenção não é ser colecionador, nem precisa se importar com isso, pois o couro além de bonito, valoriza o carro. Mas é bom informar que não se trata de acessório de série do carro. Veja alguns exemplos bem sucedidos de bancos de couro:













4.11 - Faróis e Lanternas:



Muitos donos colocam os faróis do modelo 2000 nos seus Corsas de anos anteriores. No GSI não é diferente. Mas vale lembrar que os faróis originais não são lisos e as lanternas traseiras não são aquelas com “bolhas” em relevo. A substituição pode, muitas vezes, indicar que o carro tenha sido batido, ou então apenas um gosto do proprietário. Porém, certifique-se do motivo da troca, caso tenha ocorrido. Abaixo, seguem exemplos dos faróis e lanternas originais:











4.12 – Logotipos:



Os logotipos originais do Corsa GSI não são fabricados desde outubro de 2003. Mas ainda é possível encontrá-los em algumas concessionárias. E o preço, para o logotipo “GSI16v” gira em torno de R$ 80,00 o par. O logotipo original é este:







O preço, como se pode ver, é caro se for comparado com o dos primeiros Astras GSI, que são bem parecidos e custam em torno de R$ 50,00 o par. Deve ser por isso que muita gente compra esse logotipo para colocar nos seus Corsas GSI. Com o logotipo do Astra, o carro fica mais ou menos assim:







Encontrar um GSI com os logotipos originais e bem conservados é difícil. Os logotipos originais ficam pretos com a idade, se o carro for exposto ao tempo. Mas se encontrar um que ainda preserve esses logotipos em bom estado, pode ser um sinal de que o dono é caprichoso. Afinal, se investiu R$ 80,00 em logotipos originais é porque realmente gosta do carro e quer preservá-lo. Mesmo assim, avalie o estado geral do carro e não apenas esses itens.





4.13 – Painel do Carro:



Analisar o painel do GSI também é importante para que se tenha a garantia de uma boa compra. Procure avaliar itens como a quilometragem (já mencionada) e detalhes como a luz do ABS (lado direito) e da injeção eletrônica (lado esquerdo). Se elas acenderem após ser dada a partida no motor, pode indicar avaria nesses sistemas. Procure evitar carros com estes problemas, pois como já dissemos, pode sair caro arrumar isso. Saiba onde verificar esses detalhes na figura abaixo:







4.14 – Indicador de Tripla Função e Rádio:



Esse acessório, embora opcional, equipa 95% dos Corsas GSI. Mas é possível encontrar algum sem ele. Ele fica em cima do painel e sua função é indicar data, hora e temperatura. Veja:







Existem alguns GSI sem esse acessório. O painel desses carros fica como no Wind, dessa forma:







De série, o carro possui rádio toca-fitas, integrado a este indicador. Quando ligado, substitui a data pela estação do rádio, pois o toca-fitas não possui display. O rádio original é este:







Mas existem alguns modelos que possuem CD player. Esse acessório era opcional na época. Porém, não está integrado com o indicador de tripla função, pois possui display próprio. O modelo é este:







4.15 – Volante e Manopla:



No GSI, o volante e a manopla de câmbio são ótimos “dedos-duros”. A partir do seu estado de conservação, é possível saber se o carro sofre desgaste excessivo e inclusive verificar se a quilometragem bate com o estado desses acessórios. Por serem de couro, com o tempo eles podem sofrer deformações. Então, verifique bem o seu estado. Em carros com muito desgaste nesses itens, mas com baixa quilometragem, é possível encontrar indícios de adulteração. O volante é o mais delicado. É nele onde os efeitos do tempo aparecem com maior intensidade. Originalmente, o volante é assim:







Mas, com o desgaste, ele pode ficar até desse jeito:







Evite carros nessas condições. É extremamente difícil de repor essas peças e também um pouco caro.







Bem, esperamos que essas dicas ajudem você a encontrar um Corsa GSI em bom estado e que não vá lhe causar aborrecimentos ou arrependimento. Pelo menos agora você terá uma boa base de conhecimento para saber o que é e o que não é original no carro e avaliar se é ou não uma boa compra. Queremos que, com este pequeno artigo, os interessados em comprar esse lindo carro possam se defender de muitos oportunistas que tentam enrolar o consumidor na hora de fechar um negócio.



Vale aqui ressaltar novamente a importância de conhecer a procedência e o histórico do carro. É tão importante quanto observar as dicas aqui listadas. Esse artigo foi escrito para esclarecer as dúvidas da maioria das pessoas que entram em contato com o Corsa Clube do Brasil perguntando a respeito desse carro. Por se tratar do modelo mais desejado da linha Corsa, com maior custo de manutenção e com mais itens a se cuidar, achamos que a essa contribuição era válida.



Agora, vá em frente, avalie bem o carro que quer comprar e seja feliz com o seu Corsa GSI 1.6 16v!